segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Inscrições abertas para Reunião de Março

Prezados amigos,



Informamos que as inscrições para a reunião de março já encontram-se abertas e, para inscrever-se é necessário nos enviar email informando:

- Nome completo dos participantes,
- Telefone para contato
- Se já participaram de alguma reunião do Acolher
- Se já adotaram
- Se pretendem levar alguma criança no dia da reunião (nome e idades).

Os requisitos para a inscrição nos nossos grupos de trabalho são:

Grupo de Acolhimento - 
   destinado àqueles que nunca participaram de reuniões do Projeto
   Acolher

- Grupo Reflexão 
   destinado às pessoas que já adotaram ou que já participaram do 
  "Meu Projeto de Adoção"


Alertamos ainda, que, quanto ao grupo MPA - Meu Projeto de Adoção, estamos com 2 turmas em andamento e novas turmas serão abertas somente em Julho/2017. O requisito para a participação no MPA é ter passado pelo grupo Acolhimento.


Esperamos por vocês!!!

A coordenação.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Cadastro Nacional de Adoções: 1.226 adoções realizadas em 2016

Cadastro Nacional de Adoções: 1.226 adoções realizadas em 2016

Luiza Fariello
Agência CNJ de Notícias
16/02/2017 - 08h23
           Divulgação/CNJ
Em 2016, foram adotadas 1.226 crianças e adolescentes em todo o país
por meio do Cadastro Nacional de Adoção (CNA), coordenado pela
Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os estados com
maior número de adoções foram Paraná, São Paulo, Rio Grande do
Sul, Pernambuco e Minas Gerais. O número pode ser ainda maior, já que
há possibilidade de atraso na comunicação das adoções realizadas ano
passado. Hoje, de acordo com o CNA, há 7.158 crianças aptas à adoção
e  38 mil interessadas em adotar.
“O CNA tem um papel muito importante, aqui há muitas crianças que não
teriam sido adotadas sem ele”, diz a juíza Lídia Munhoz Mattos Guedes,
titular da 1ª Vara de Infância e Juventude de Curitiba/PR.
Lídia Guedes disse que a busca ativa no cadastro, feita quando não há
pretendentes na comarca ou no estado, tem permitido adoções, como a
de uma criança do Paraná, com problemas cardíacos e pulmonares,
precisando usar inclusive um cilindro de oxigênio, por um casal do Mato
Grosso.
Outro caso foi a adoção de dois irmãos, um deles autista, por outro
casal de fora do Paraná. “A maioria dos pretendentes não aceita crianças
 com problemas de saúde não-tratáveis”, diz a juíza.
Prevenção à institucionalização  Em Pernambuco, foram realizadas
103 adoções pelo CNA em 2016. Informações do Tribunal de Justiça
 do Estado de Pernambuco (TJPE) indicam a adoção de 303, em 2015,
 em todo o estado – sendo 83 em Recife – incluindo aquelas feitas pelo
 CNA e fora dele, situação que ocorre, por exemplo, quando uma
criança é realocada com outro familiar, sem necessidade, portanto, de
 ser cadastrada.
A secretária executiva da Comissão Estadual Judiciária de Adoção do
 Estado de Pernambuco (CEJA-PE) e juíza da 1ª Vara da Infância e
 Juventude de Recife, Hélia Viegas, atribui o bom resultado a
iniciativas como o “Projeto de prevenção à institucionalização prolongada”
, que faz acompanhamento dos processos de todas as crianças que
vivem em abrigos para permitir uma definição mais rápida de sua situação
 jurídica. “O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) determina que a
 situação de acolhimento não deve se prolongar por mais que dois anos,
 mas eu acho que esse prazo é muito longo”, diz a juíza Hélia.
Outro programa do TJPE é o “Projeto Família”, destinado à busca ativa
 de famílias brasileiras e estrangeiras para crianças e adolescentes que,
após 30 dias cadastradas no CNA, não conseguiram pretendentes à adoção.
 Como resultado dessa iniciativa, sete irmãos foram adotados este mês
por três famílias italianas, que se comprometeram a manter o vínculo entre
 as crianças.
A juíza Hélia disse que outro caso marcante do programa foi a adoção,
por um casal homoafetivo do Rio de Janeiro, de uma menina de sete
 anos que possui diversas paralisias em decorrência de espancamentos
 que sofreu na família de origem.
Em 2015, a campanha “Adote um pequeno torcedor”, realizada pelo juiz Élio
 Braz, titular da 2ª Vara da Infância e Juventude da Capital, em parceria com
o Sport Club do Recife e o Ministério Público de Pernambuco, incentivou a
 adoção de crianças mais velhas. Os jogadores do Sport entraram em campo
 para um jogo contra o Flamengo de mãos dadas com crianças que vivem em
abrigos em Recife.
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Entrega voluntária – Em São Paulo, estado com maior oferta do país, há 1.586 crianças disponíveis para adoção no CNA. No ano passado, foram realizadas 220 adoções em São Paulo em 2016.
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) firmou um convênio com a Secretaria de Saúde para detecção precoce de gestantes que desejam entregar seu filho para adoção de forma voluntária. “Assim garantimos uma entrega consciente e de forma legal, com a segurança de que a criança será acolhida em uma família acompanhada pela vara de infância”, diz o desembargador Reinaldo Cintra Torres de Carvalho, que é vice coordenador da Coordenadoria da Infância e da Juventude do TJSP.
Para Torres de Carvalho, o número elevado de adoções no estado pode ser atribuído à preocupação significativa em relação à capacitação dos profissionais da área técnica da vara de infância, feita pela Escola dos Servidores e pela  Escola Paulista da Magistratura.
“A ideia não é somente agilizar os processos das crianças e adolescentes, mas também garantir a qualidade do serviço prestado e a ampla defesa,  evitando a pasteurização do atendimento”, diz o desembargador ao defender  a implementação de políticas públicas mais abrangentes para detecção precoce de mães que estejam com dificuldades de criar seus filhos e mais  recursos humanos dentre das varas de infância.
Perfil idealizado – Há 7.158 crianças disponíveis para adoção no CNA e, em
 contrapartida, mais de 38 mil pessoas interessadas em adotar. O principal
motivo apontado para essa conta não fechar é que o perfil de criança exigido pelos pretendentes não é compatível com aquele disponível nas instituições de acolhimento.
A juíza Hélia, do TJPE, diz que a sensibilização feita no curso obrigatório de pretendentes à adoção tem resultado em perfis mais flexíveis dos adotantes. “A minoria das crianças está no perfil idealizado, ou seja, branca e menor de quatro anos; se não mudarem as exigências, a adoção pelo CNA vai demorar bastante”, diz.
Mudanças na legislação – O Ministério da Justiça prepara uma revisão nos procedimentos para adoção no país e, nesta quarta-feira (15/2), anunciou o resultado do debate público que buscou discutir alterações no ECA referentes ao direito à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes. Participaram deste processo mais de 200 pessoas, com cerca de 1.200 comentários online e mais 20 contribuições. Três grandes temas foram objeto de discussão: entrega voluntária para adoção, alteração de prazos e procedimentos de adoção nacional e internacional, e apadrinhamento afetivo. A minuta final será enviada ao Congresso Nacional.
Melhorias no cadastro – Lançado em 2008, o CNA é uma ferramenta digital que auxilia os juízes das Varas da Infância e da Juventude na condução dos procedimentos dos processos de adoção. Ao assumir a Corregedoria Nacional de Justiça, o ministro João Otávio Noronha determinou que fosse realizado, por um grupo de trabalho, um levantamento das condições do sistema, identificação dos principais problemas e posterior reformulação do cadastro. Além do CNA, o grupo – instalado pela Portaria n. 36/2016 – também vai avaliar possíveis mudanças relativas ao Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei (CNACL) e propor melhorias. Ao longo do ano, a Corregedoria vai promover workshops em diversas regiões do Brasil com todo o sistema de Justiça para debater alterações no cadastro. 

Retirado de: http://www.cnj.jus.br/noticias/cnj/84325-cadastro-nacional-de-adocoes-1-226-adocoes-realizadas-em-2016



terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Reunião do Projeto Acolher do Mês de Março

Prezados amigos,


Informamos que as inscrições para a reunião de março estarão abertas a partir do dia 20/02 e, para inscrever-se é necessário nos enviar email informando:

- Nome completo dos participantes,
- Telefone para contato
- Se já participaram de alguma reunião do Acolher
- Se já adotaram
- Se pretendem levar alguma criança no dia da reunião (nome e idades).

Os requisitos para a inscrição nos nossos grupos de trabalho são:

Grupo de Acolhimento - 
   destinado àqueles que nunca participaram de reuniões do Projeto
   Acolher

- Grupo Reflexão 
   destinado às pessoas que já adotaram ou que já participaram do 
  "Meu Projeto de Adoção"


Alertamos ainda, que, quanto ao grupo MPA - Meu Projeto de Adoção, estamos com 2 turmas em andamento e novas turmas serão abertas somente em Julho/2017. O requisito para a participação no MPA é ter passado pelo grupo Acolhimento.


Esperamos por vocês!!!




A coordenação.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Homem solteiro adota 8 filhos em Taubaté

Olha que linda história de amor:

Ederson tem 43 anos e adotou seu primeiro filho, um menino de 13 anos, em 2007, e hoje é pai de 8 garotos!




Para ler a matéria completa, publicada no UOL COMPORTAMENTO clique AQUI

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Início das Atividades do Projeto Acolher

Prezados amigos,

Em primeiro lugar, desejamos a todos um 2017 cheio de esperança e repleto de realizações!

Informamos que nossas atividades terão início no dia 11/02.

As inscrições encontram-se abertas e, para inscrever-se é necessário nos enviar email informando:

- Nome completo dos participantes,
- Telefone para contato
- Se já participaram de alguma reunião do Acolher
- Se já adotaram
- Se pretendem levar alguma criança no dia da reunião (nome e idades).

Lembramos ainda os requisitos para a inscrição nos nossos grupos de trabalho:

- Grupo de Acolhimento
   destinado àqueles que nunca participaram de reuniões do Projeto
   Acolher

- Grupo "Meu Projeto de Adoção" - 
   destinado às pessoas que estão iniciando no Processo de adoção (ou
   seja, não adotaram ainda) e que já frequentaram a reunião do 
  grupo Acolhimento
   Para participar deste grupo os participantes devem se comprometer a 
   participar dos 6 encontros mensais. É conferido certificado de
   participação àqueles que frequentarem no mínimo 4 encontros.

- Grupo Reflexão
   destinado às pessoas que já adotaram ou que já participaram do 
  "Meu Projeto de Adoção"

Esperamos por vocês!!!


A coordenação.