segunda-feira, 27 de julho de 2015

Reunião de Agosto - Projeto Acolher

Queridos amigos,


Informamos que as inscrições para o encontro de 22 de agosto, dos grupos REFLEXÃO e ACOLHIMENTO, estarão estarão abertas a partir de 15/08.

Para informações de como inscrever-se clique aqui.


Informamos ainda que as novas turmas do MPA - Meu Projeto de Adoção terão início somente em novembro/15.


Abraços

A coordenação.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

“Filho, eis meus passos para te-lo nos braços”

Com  grande alegria, divulgamos aqui o livro de Claudia Zanardi, mãe de uma criança especial,  que escreveu “Filho, eis meus passos para te-lo nos braços”.

Claúdia explica na sinopse "Estas páginas tem o simples objetivo de registrar todo o processo de adoção na busca pelo meu filho. Aqui não tem estudos científicos nem tampouco teorias de como lidar com a adoção. Meu desejo é que você, filho querido, saiba que é especial demais e por isso existiu um processo longo, exigente, necessário e emocionante. Eis meus passos para tê-lo nos braços”. É  lindo, não é mesmo? Fala de coração para coração.

Esta história nos faz refletir sobre o poder do amor e da espiritualidade.

O livro em formato digital e impresso está a venda exclusivamente on line no site do Clube de Autores.

Cláudia  é participante do Projeto Acolher e ao relatar a história da adoção de seu filho nos emocionou com sua ternura e imensa disponibilidade afetiva.

A coordenação.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Inscrições para a Reunião do dia 25/07

Queridos amigos,

Encontram-se abertas as inscrições para a reunião do Projeto Acolher que acontecerá no dia 25/07, das 16 às 18:20h.

Instruções para inscrição: clique aqui.


Ainda há algumas vagas para o grupo "Meu Projeto de Adoção".

Esperamos vocês!

A coordenação

domingo, 19 de julho de 2015

Dinamarqueses se preocupam com a baixa natalidade

Dinamarca dá dinheiro e incentivos para pessoas transarem e terem filhos

Transem em prol do país. Esse é o novo lema da Dinamarca, que sonha em aumentar a natalidade e evitar problemas futuros. Para isso, o governo dará dinheiro — isso mesmo, dinheiro — para aqueles que transarem e tiverem filhos.

A campanha faz parte da tentativa de tirar a Dinamarca de um paradoxo enorme: com uma das maiores qualidades de vida do mundo, o país não consegue aumentar a taxa de fertilidade. Isso porque, de acordo com a organização Save The Children, o país é o quarto melhor do mundo para ser mãe.

Mas por que a Dinamarca quer tanto que as pessoas tenham filhos? Simples: economia. O país vive uma crise que assola boa parte dos países europeus, que envolve o envelhecimento da população e, consequentemente, a redução de pessoas economicamente ativas. 

“Se a situação [da baixa taxa de natalidade] não for revertida, nós teremos que incentivar os dinamarqueses a trabalhar por mais tempo, pagar mais impostos ou cortar o serviço de bem estar social. Ou ainda transferir renda para pessoas fora da força de trabalho”, explica o economista Bo Rasmussen, da Universidade de Aarhus.

Para se ter noção de como a crise de natalidade é levada a sério na Dinamarca, desde 2014 as escolas mudaram as aulas de educação sexual. Hoje, ao invés de ensinar prevenção os colégios ensinam a melhor idade para se engravidar. Ainda no ano passado, pesquisa mostrou que um em cada cinco homens não tinha filho aos 50 anos, enquanto uma em cada sete mulheres também não era mãe até a meia idade.

Não a toa, a agência de viagem Spies chegou ao ponto de dar prêmios em dinheiro aos casais que comprovassem ter engravidado durante as férias. Isso tudo somado a incentivos financeiros e sociais do próprio governo. Na Dinamarca, transar dá lucro e ter filho, mais ainda.

vejam a matéria original clicando AQUI

terça-feira, 14 de julho de 2015

Jovem devolvida a abrigo será indenizada após frustrada expectativa de adoção

Publicado em 13 de Julho de 2015 às 14h34

TJDFT - Jovem devolvida a abrigo será indenizada após frustrada expectativa de adoção

O juiz da 19ª Vara Cível de Brasília julgou parcialmente procedente pedido de jovem que foi devolvida a abrigo, para condenar a parte ré ao pagamento de indenização por danos morais. Cabe recurso.

A autora narra que ela e sua irmã encontravam-se recolhidas em instituição assistencial, diante da internação hospitalar e posterior falecimento de sua mãe. Conta que, aos seis anos de idade foi acolhida pela ré, a quem foi concedida guarda judicial. Após cinco anos de convívio, a ré, alegando mau comportamento da autora, formulou pedido de revogação da guarda. Sustenta que o retorno à instituição lhe causou prejuízos emocionais, na medida em que se viu rejeitada pela ré, com quem tinha laços bem próximos aos de mãe e filha, e que em razão de ter ficado sob a guarda da autora por mais de cinco anos, foi impossibilitada, ainda que indiretamente, de estabelecer vínculo afetivo com outra família e de ser adotada.

A ré, por sua vez, conta que pleiteou a guarda da autora no intuito de que ela mantivesse contato com a irmã, que havia sido acolhida por seu filho. Relata, no entanto, uma série de condutas indicativas do comportamento rebelde da menor e afirma que o pedido de revogação da guarda se deu em virtude de uma tentativa de agressão física da autora em desfavor da ré, ocasião em que seu filho decidiu pela imediata retirada da menor do ambiente doméstico. Além disso, afirma contar com mais de 76 anos de idade, estar acometida de doença grave e não apresentar mais condições de permanecer com a adolescente sob sua guarda.

Para o juiz, por mais legítima e altruísta que possa julgar a ré ter sido sua conduta, não tenho dúvidas em afirmar que esta, porque lesiva ao direito de personalidade da autora, é passível de reprimenda. Ele afirma que a ré, mesmo possuindo conhecimento técnico-jurídico (já que se qualifica como Procuradora Federal aposentada), agiu de forma imprudente e precipitada ao retirar a autora aos seis anos de idade da instituição em que vivia, na promessa de adotá-la; mudar-se com ela para a cidade de Salvador/BA; prometer-lhe um novo nome (Maria Madalena); retornar a Brasília/DF; desistir da adoção; manter-se com a guarda da menor; e, passados mais de cinco anos, simplesmente devolvê-la à instituição de onde a retirou, quando esta já possuía 12 anos de idade completos, por ter apresentado mau comportamento, ter agredindo sua irmã e vir praticando pequenos atos infracionais.

Segundo o julgador, a conduta contraditória da ré criou na menor a legítima expectativa de que seria adotada e que faria parte de uma nova família. O prejuízo concreto, decorrente da conduta contraditória, é a sensação de abandono, desprezo, solidão, angústia que a autora se deparou aos seus doze anos de idade; ofensa esta que, a toda evidência, dispensa qualquer espécie de prova, conclui.

Diante disso, o magistrado julgou procedente o pedido de indenização por danos morais para condenar a parte ré a pagar à autora a quantia de R$ 100 mil, corrigidos monetariamente e acrescidos de juros de mora. Negou, entretanto, o pedido de indenização por danos materiais, visto que não há nos autos qualquer comprovação de prejuízo neste sentido.

Fonte: Tribunal de Justiça do Estado de Distrito Federal

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Casal Gay Deve Poder Adotar?

O FANTÁSTICO da Rede Globo, levou ao ar este domingo mais um episódio do quadro VAI FAZER O QUÊ? Neste quadro eles confrontam as pessoas com algum acontecimento extremo e ficam aguardando a reação das pessoas. Já mostraram um homem que maltratava um mendigo, um pai que era agressivo com o filho, um marido que batia na esposa... O quadro de ontem mostrava uma pessoa que criticava abertamente um casal gay que tinha adotado uma criança. 


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