segunda-feira, 23 de abril de 2012

Adoção - Um ato de Amor - 2012




Esta cartilha foi elaborada pela Comissão Especial de Direita à Adoção OAB de São Paulo. 



São 140 perguntas e respostas sobre adoção.

No link abaixo acesso completo do conteúdo da cartilha.

 http://www.oabsp.org.br/comissoes2010/direito-adocao/cartilhas/cartilha_adocao_internet.pdf




sexta-feira, 20 de abril de 2012

Livro sobre adoção tardia divulga dados do Cadastro do CNJ


Lançado recentemente, o livro “Os filhos do coração”, da advogada Silvana Mancini, traz importantes depoimentos referentes à adoção tardia no Brasil. Mostra, também, detalhes sobre o processo de adoção e dados do Cadastro Nacional de Adoção, implantado e coordenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A advogada, que realiza trabalho voluntário em um abrigo localizado em São Paulo, afirma que seu objetivo, com o trabalho, foi ajudar a informar e esclarecer aos interessados em adoção sobre os meios e as regras principais do processo, nem sempre conhecidos das pessoas em geral – sobretudo em relação às crianças com mais idades.
De linguagem simples e acessível, a publicação traz tanto informações jurídicas como o testemunho de pessoas que adotaram crianças mais velhas. Apresenta, também, números do CNJ referentes à quantidade de crianças aguardando a adoção no Brasil e o percentual de pretendentes, entre outros dados e legislações relacionadas.

“Penso que o mais relevante é a divulgação da mensagem da adoção tardia entre os interessados. Como se sabe, se a adoção de bebês já é difícil, imagine a das crianças com mais idade”, destacou Mancini. Maiores informações sobre o trabalho podem ser obtidas pelo e-mail manciniadv@uol.com.br

Agência CNJ de Notícias com divulgação


Link: www.cnj.jus.br/pr6c

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Campanha em SC incentiva adoção de crianças com mais de três anos


Cerca de 80% das famílias que estão na fila de espera para "adoção" buscam meninas de no máximo três anos e sem irmãos.


Reportagem que foi apresentada pelo Jornal Nacional no dia 10/04/2012 mostrando que em Santa Catarina, existe uma campanha que incentiva casais a adotarem crianças mais velhas e adolescentes.
Relatos de famílias:
Quando Mariá viu Juliana pela primeira vez ficou encantada. A menina tinha seis anos e morava num abrigo.  “Foi amor à primeira vista. Eu senti que aquela era a criança que eu queria adotar”, conta a professora Mariá Nascimento Pereira.
Mas aí veio a surpresa. “A Juliana correu para o meu colo e disse: ‘mas tem um problema’. Eu perguntei: qual é ? ‘tia, eu tenho mais três irmãs’", lembra.
O marido levou um susto. Fabio e Mariá já tinham dois filhos biológicos.
“Triplicar o time não é fácil, mas nós decidimos encarar”, afirma o professor Fábio Nascimento Pereira.
Hoje a família não tem dúvidas: o que triplicou foi o amor entre eles.
“Eu sinto vontade de falar para todo mundo que eu tenho a melhor família do mundo, a mais feliz, a mais alegre, a melhor família”, diz Mariá.
Histórias como esta são raras no Brasil. Cerca de 80% das famílias que estão na fila de espera para "adoção" buscam meninas de no máximo três anos e sem irmãos.
O desejo de encontrar uma criança "ideal" afasta os pais dos possíveis filhos adotivos. Para reduzir esta distância, Santa Catarina criou a campanha laços de amor.
Os vídeos produzidos e exibidos no estado incentivam a adoção de crianças que já passaram dos três anos de idade.
“Os pais imaginam que essas crianças que sofreram muito na sua vida até então, tenham numa nova vida marcas do passado. E isso, muitas vezes, preocupa e assusta. As experiências práticas mostram o contrário, mostram crianças sedentas de carinho que retribuem por dez aquilo que recebem dos pais adotivo”, explica o Deputado Gelson Merísio.
Gabriel já tinha sete anos e poucas esperanças de ser adotado quando Iria abriu os braços para ele.
“Foi crescendo o nosso amor, a nossa simpatia, a nossa afinidade e foi assim. Eu estou cuidando do Gabriel, ele está cuidando de mim, e nós somos felizes juntos porque é um momento especial para nós dois”, afirma a aposentada Iria Guterrez.
Amparadas, as crianças ganham confiança para construir o futuro: “Eu estou estudando muito porque eu quero ser juíza e o meu sonho é ajudar outras crianças a serem adotadas também”, diz Ana Claudia, de 15 anos.
“Não precisa esperar um filho, mas sim conhecer um filho”, acredita Juliana Nascimento Pereira, de 13 anos.
Essa campanha envolve o Ministério Público, o Tribunal de Justiça, a Ordem dos Advogados e a Assembléia Legislativa de Santa Catarina.

Vejam no link abaixo a reportagem completa e imagens.
http://glo.bo/HvgOn9