terça-feira, 27 de novembro de 2012

Reencontro 17 anos após a adoção.


Um sonho que se realiza, uma busca que chega ao fim.
Como muito sonham, este jovem conseguiu reencontrar sua Mãe biológica e suprir uma lacuna em sua jovem vida.

Vale a pena conferir no link:

http://r7.com/ZISK

http://noticias.r7.com/distrito-federal/noticias/jovem-reencontra-a-mae-biologica-17-anos-depois-da-adocao-20121126.html

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Matéria sobre Adoção


Foi ao ar no dia 19/11/2012 no referido SBT Reporter uma série de reportagens sobre adoção, famílias adotivas, situação atual das "meninas gestantes usuárias de crack", perfil das crianças hoje abrigadas que aguardam famílias candidatas.
Nosso amigo Valter e seus lindos filhos participaram desta matéria que todos poderão conferir no link abaixo:

No site da emissora todos os blocos do programam poderão ser acessados.

http://www.sbt.com.br/sbtvideos/media/ee1d8ee7c7609ec8528155713044a10f/Adocao---Parte-1.html

Dica do dia!



Uma pequena ação pode transformar o futuro de nossos filhos.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Adoção de crianças é legal quando LEGAL

Na reportagem abaixo algumas repercussões das adoções "ilegais" (ainda em grande número) e da realidade das Varas de Infância e Juventude de nosso país.


Especialistas pedem mais fiscalização nos casos de adoção



Os representantes da sociedade que participaram nesta terça-feira de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado cobraram maior fiscalização dos abrigos de crianças e adolescentes e a revisão do sistema de adoção no País. A comissão debateu a atuação de juízes em processos suspeitos de adoção de crianças.
O tema voltou ao debate público desde que foi denunciada a adoção sob suspeita de irregularidade de cinco crianças de uma mesma família de lavradores do interior baiano por famílias de São Paulo. De acordo com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, o processo infringiu ao menos dez aspectos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
O advogado e especialista em processos desse tipo Edilson Teodoro disse aos senadores que muitos abrigos têm "interesses financeiros para manter a criança permanentemente (sob seus cuidados), sem preocupar-se em adiantar os processos de adoção". Isso ocorre porque essas instituições são financiadas com recursos públicos que bancam a permanência das crianças.
O promotor de Justiça da Curadoria da Infância e da Juventude em Divinópolis (MG), Carlos José e Silva Fortes, disse que a nova lei de adoção apresentou avanços, mas alguns pontos a seu ver devem ser repensados para se tornarem efetivos. Segundo o promotor, apesar de os direitos da criança serem garantidos pela Constituição Federal, "não se vê isso na prática".
Carlos Fortes também criticou a falta de prioridade do Estado com relação aos gastos de proteção de crianças e adolescentes. Ele comparou os investimentos realizados no processo eleitoral - que tornou o Brasil "um dos mais modernos e eficientes" do mundo nessa área - com os recursos repassados às instituições responsáveis para cuidar dos menores. "Não vemos investimentos dessa monta nas varas da Infância e da Adolescência."
Aceleração dos processos 
A necessidade de se apressar os processos de adoção foi defendida pela representante do Grupo de Apoio à Adoção Aconchego, de Brasília, Fabiana Gadelha. Ela destacou que a própria lei em vigor determina que o processo seja concluído em, no máximo, 120 dias. No entanto, os pais adotivos levam até dez anos para terem o pátrio poder da criança adotada.
Fabiana Gadelha alertou, ainda, que a compra de crianças por casais que não querem entrar na fila de adoção se tornou "um fato real e usual" no Brasil. A representante do Grupo Aconchego acrescentou que o fato é mais comum na medida em que envolve as famílias mais carentes da sociedade. "A proposta que trago aqui para reflexão é que criemos uma metodologia na qual a adoção seja feita de forma compartilhada, saindo dos gabinetes do promotor público e do juiz. Além disso, o cadastro (de adoção) tem que ser refeito, ele não serve", disse Gadelha.
A mãe adotiva Maria Coelho Rios relatou problemas que sua filha teve com a adoção de uma criança. Segundo ela, a filha teve o processo retirado da fila de adoção "sem qualquer explicação" da Vara da Infância e da Adolescência. Detectado o problema, Maria Coelho disse que a filha retornou para o cadastro, mas no fim da fila.
No final de outubro, em audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico e Pessoas, instalada na Câmara dos Deputados, o promotor de Justiça Luciano Taques Guignone, titular da Fazenda Pública do município de Euclides da Cunha (BA), pediu mudanças na lei para impedir a ação de "empresários de crianças".

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI6280932-EI306,00-Apos+caso+de+adocao+suspeita+especialistas+querem+mais+fiscalizacao.html

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Apadrinhamento é opção para crianças com poucas chances de adoção

O Projeto Família Hospedeira oferece desde 2008 uma perspectiva de futuro a crianças e adolescentes que vivem em entidades de acolhimento do interior de São Paulo e têm poucas chances de serem adotados. Criado pelo juiz Alessandro de Souza Lima, da 3ª Vara Cível da comarca de Pindamonhangaba, o projeto foi premiado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como vencedor do I Prêmio CNJ Infância e Juventude. A cerimônia de premiação deve acontecer no próximo dia 13 de novembro.
A iniciativa busca a reinserção social de crianças e adolescentes acolhidos que não têm o perfil desejado por famílias candidatas à adoção. Atualmente, 81,56% das famílias brasileiras inscritas no Cadastro Nacional de Adoção não aceitam adotar irmãos e 85,67% delas não querem adotar crianças com mais de cinco anos ou adolescentes. O Família Hospedeira cadastra interessados em retirar os acolhidos das entidades temporariamente para conviver com eles em feriados ou datas religiosas, como o natal, durante um fim de semana ou simplesmente um evento comemorativo, como um aniversário.
Segundo o responsável pelo projeto, o juiz Alessandro de Souza Lima, a convivência pode gerar “laços de afinidade e afetividade que impliquem o apadrinhamento, a guarda, a tutela ou a adoção”. Um exemplo de sucesso é o caso de três irmãos adolescentes com idades entre 12 e 16 anos que tiveram sua guarda pedida por uma família do programa, “dando nova vida a esses adolescentes que não tinham até então qualquer perspectiva favorável”, diz Souza Lima.
Resultados – Em março de 2008, quando o Família Hospedeira foi criado, as duas entidades de acolhimento da comarca de Pindamonhangaba tinham 43 crianças e adolescentes acolhidos, entre os quais 15 sem possibilidade de reintegração familiar ou adoção. Quatro anos depois, o número de acolhidos nas entidades caiu de 43 para 29, assim como foi reduzida – de 15 para 6 – a quantidade de crianças e adolescentes acolhidas sem perspectiva de reintegração familiar ou adoção.
Projeto de lei – O juiz Alessandro de Souza Lima enviou minuta de Projeto de Lei Ordinária à Presidência da República para disciplinar o Projeto Família Hospedeira em todo território Nacional. “O projeto foi criado e disciplinado por Portaria da Infância, porém a edição da lei daria maior segurança jurídica, evitando desvios de procedimento que possam prejudicar os interesses das crianças e dos adolescentes”, explica o magistrado.
Prêmio – O anúncio dos projetos que venceram o I Prêmio CNJ Infância e Juventude aconteceu durante o Dia da Infância e da Juventude no CNJ, que aconteceu no último dia 11, véspera do Dia da Criança. O segundo lugar foi o projeto “Justiça Juvenil Restaurativa em São Caetano do Sul”, do juiz Eduardo Rezende Melo; o terceiro lugar foi o “Justiça Restaurativa: uma experiência com adolescentes em conflito com a lei”, de Maria Raimunda Chagas Vargas Rodrigues . Os três primeiros lugares foram de experiências do Judiciário paulista.
Também receberam menções honrosas os projetos “Plano Mater: medida de acolhimento de crianças e adolescentes”, de Conceição A. Mousnier Teixeira de Guimarães Pena; “Programa Oportunidade Legal: OLÉ”, de Valéria da Silva Rodrigues; e “Projeto Padrinho de MS”, de Joenildo Souza Chaves.
Formaram a comissão julgadora dos projetos a juíza de Direito do Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina Brigitte Remor de Souza May; a presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude, Hélia Barbosa; a ex-conselheira do CNJ Morgana Richa; e a juíza de Direito do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo Valéria Lagrasta.


Manuel Carlos Montenegro
Agência CNJ de Notícias



www.cnj.jus.br/djpc
http://www.cnj.jus.br

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Datas das últimas reuniões do ano 2012

  • 27 de outubro
  • 24 de novembro
  • 8 de dezembro

Horário: 16:00 horas

Local: EMEI Francisco Manoel da Silva

Praça Prof. Helio Gomes, 64 - Jd Campo Grande- São Paulo


ATENÇÃO: As inscrições para a participação na reuniões deverão ser encaminhadas para:
projetoacolher@gmail.com e no telefone: 2577 0238 , e aguardar a confirmação.


A reunião começa ás 16:00 h. em ponto, procure não se atrasar!

E , lembre de trazer algo para compartilharmos no nosso lanche!

O Projeto Acolher é uma ong que não recebe nenhuma verba , mas tem diversas despesas , e por isso pede a cada participante que colabore, se possível. Valor sugerido por reunião: 10,00.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Casal homoafetivo comemora Dia das Crianças com os 4 filhos adotivos


Todo Dia das Crianças é comemorado com muita festa na casa de um casal homoafetivo de Uberaba, no Triângulo Mineiro. A artesã Ana Claudia Santos, de 45 anos, e a enfermeira Cecília de Ávila, de 53 anos, têm três filhos adotivos. E este ano a data será comemorada com a família ainda maior. Isso porque as duas aguardam a adoção definitiva de Arthur, de 4 anos, que é o quarto filho que o casal obteve a guarda provisória em dezembro do ano passado.


Para Cecília a data será marcante, com todos reunidos. “Já temos quatro crianças maravilhosas conosco. O que temos que fazer agora é festejar cada momento juntos e cuidar de dar aquilo que a vida tirou deles quando pequenos, uma família, um lar. Esse Dia das Crianças será mesmo especial, pois estamos com uma família completa e acho que a felicidade maior é ver o quanto eles se dão bem", disse.

Adotar uma criança implica enfrentar uma série de dificuldades, processos, análises e longos períodos de espera. Para as duas não foi diferente. Ana Cláudia contou que a primeira adoção demorou mais de um ano para se concretizar. "Eu já morava com a Cecília há quatro anos quando decidimos que queríamos ter filhos. Em 2006 fizemos a habilitação para o cadastro, que foi feito apenas no nome da Cecília, o processo foi longo e só em 2007 entramos para a fila de interessados em adotar. Logo neste mesmo ano, um mês depois fomos chamadas para conhecer Laura de Ávila, que hoje tem 10 anos, e Ezequiel de Ávila, que tem 8 anos. Eles foram os nossos primeiros filhos", lembrou.

Ainda conforme as mães, eles fugiam dos padrões de adoção, eram irmãos, negros e com idades já avançadas, critérios que não foram empecilho para o casal. "Não tivemos nenhuma restrição para adoção, eles estavam fora do perfil e quando vimos os dois quisemos logo de cara. O olhar dos dois era encantador, o sorriso no primeiro encontro foi especial e por isso não tivemos como deixá-los. Ali, naquele encontro, já sabíamos que eles eram nossos", disse.


Depois de enfrentar burocracias e derrubar barreiras, a vida das duas se transformou e a adoção não parou por aí, foi quando veio a notícia que ainda estavam cadastradas no sistema de adoção e, por isso, receberam uma ligação de que havia uma criança em um abrigo que precisava ser adotada com urgência. "Disseram que era urgente porque ele havia sido retirado do hospital porque a mãe tinha problemas mentais graves. Além disso, ele tinha refluxo, precisava de cuidados especiais. Foi então que decidimos ficar com ele também. O nome dele é André Santos de Ávila, e está agora com três anos", contou.

Mas não parou por aí. O destino tratou de colocar Arthur na vida das duas. "O Arthur foi uma surpresa. Fiquei sabendo através do grupo "De volta pra casa", de Divinópolis, no Centro-Oeste do estado, que ele também precisava ser adotado com urgência, pois tinha problemas neurológicos. O grupo já havia colocado o caso dele em nível nacional e ninguém o quis. Então eu e Cecília já queríamos adotar uma criança que merecesse cuidados especiais. Ficamos sabendo dessa história e entramos em contado. Foi quando disseram que não podíamos mais adotar porque a habilitação havia vencido, mas renovamos através da promotoria de Itaúna, cidade da região Centro-Oeste, que nos reabilitou. E em uma semana recebemos uma ligação do promotor agendando para conhecermos o Arthur. Eu disse que já íamos para buscá-lo. Foi aí que ficamos com o Arthur e fechamos nossa família. Agora estamos aguardando a guarda definitiva dele”, disse.

Barreiras


As barreiras não foram maiores que o desejo de ter uma família feliz. “Barreiras todos que querem adotar enfrentam, mas nós nunca enfrentamos preconceitos, pelo menos na nossa frente. Se houve foi oculto. Somos todos muito bem tratados onde quer que vamos", refletiu.

Quanto à condição sexual das mães, os filhos sempre souberam e as duas informaram que sempre conversam e deixam a verdade acima de tudo. “Para a gente a verdade está acima de tudo, as mães dos colegas sabem, na escola todos sabem, não temos diferença nenhuma de uma família heterossexual. A gente só percebe só quando as outras pessoas falam”, finalizou.


http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2012/10/casal-homoafetivo-comemora-dia-das-criancas-com-os-4-filhos-adotivos.html

Filha adotiva comemora realização de sonhos no Dia das Crianças.


Filha adotiva comemora realização de sonhos no Dia das Crianças em MG

Andrezza Oliveira Gonçalves foi adotada por empresário de Uberaba, MG.

Após ter casado e tido filhos, ela diz que quer trabalhar.




Neste Dia das Crianças, muitas famílias mineiras têm motivos a mais para comemorar. Os pais e os filhos adotivos celebram as vitórias obtidas diante dos desafios da vida. O G1 foi atrás de uma história em que as crianças adotadas conquistaram o que sonhavam antes de ganhar uma família e que, para elas, são os verdadeiros presentes.


Em Uberaba, no Triângulo Mineiro, mora o empresário Edson Tavares Fernandes e a esposa. Primeiro eles adotaram Andrezza, com três anos de idade. Cinco anos depois, adotaram Natália, com três meses. “A mãe biológica da minha primeira menina era nossa conhecida e, como não estava querendo mais cuidar dela, nós a adotamos. Só que depois de anos ela quis levar a menina de volta para Conceição das Alagoas, cidade próxima. Eu sofri muito e, por isso, resolvi adotar mais uma”, contou.


Mas pouco antes de completar 15 anos, Andrezza procurou o pai de coração a fim de chamá-lo para dançar a valsa de debutante e acabou voltando para a casa dele, não separando mais. Hoje, Andrezza tem 30 anos, está casada, tem um casal de filhos, de nove e cinco anos, e mora em Franca, no interior de São Paulo. Natália tem 22 anos, também está casada e ainda mora em Uberaba. Ela tem um filho de quatro anos, que mora com o avô Edson. “Foi ótimo, eu e minha esposa temos três netos e sentimos uma família de verdade. No Dia dos Pais e do meu aniversário eles sempre vêm para passarmos juntos. É a mesma coisa que um filho legítimo”, ressaltou o empresário.




Andrezza Oliveira Gonçalves, que é dona de casa, tem o mesmo sentimento do pai. “Ser adotada foi o melhor presente que eu ganhei na vida. Tenho um pai maravilhoso. Eu vejo a foto dele, olho no espelho e acho que nós parecemos muito e eu a minha mãe adotiva também nos identificamos muito. Ninguém acredita que não somos filhas biológicas. Foi um sonho”, destacou. Andrezza já pensou em seguir os mesmos caminhos da família e também adotar um filho. “Nós não temos tanta condição financeira, principalmente porque já temos dois filhos, mas temos vontade sim, principalmente meu marido”, explicou.



Ser adotada foi o melhor presente que eu ganhei na vida. Tenho um pai maravilhoso"AutorQuando criança Andrezza sonhava em ter filhos e casar. Hoje, com os sonhos já realizados, ela sonha em trabalhar com computação e se profissionalizar na área da beleza como manicure e cabeleireira. Ela também sonha em voltar a morar em Uberaba para ficar mais perto dos pais. “Como meu marido trabalha com tapeçaria, meu pai fala para a gente ficar aqui porque o mercado é melhor. Mas eu queria morar perto deles e trabalhar com meu pai. Eu aprendi a fazer pizza com ele e isso mudou minha autoestima, porque antes não sabia fazer nada. Quero retribuir o que ele sempre fez por mim”, enfatizou.



A dona de casa também lembrou que quando voltou para a mãe biológica, a vontade de voltar para a família de coração era grande. “A vontade era muita, mas como estava morando com ela, não tinha contato com eles. Ele sempre foi um paizão para mim, me levou na escola, brincava, dava atenção, dava duro e procurá-lo para dançar a minha valsa foi um sonho realizado”, pontuou. Hoje, ela visita a família em média duas vezes por ano. “Nós ficamos na casa deles e é muito bom. Queria ir mais vezes”, completou Andrezza.



Locais para adoção em Uberaba

De acordo com a diretora do Departamento Social da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Seds), Claudia Cristina da Silva, em Uberaba existe a Casa de Proteção, que é um abrigo provisório 100% do município, e abriga crianças em situações de vulnerabilidade, que foram retiradas provisoriamente da família, para fazer um resgate de vínculos familiares e apoio psicossocial. “Primeiro esgotamos todas as alternativas para a criança voltar para a casa dela e só depois, quando não tem o retorno da família, que ela vai para a fila de adoção. Mas são pouquíssimos os casos e o processo para chegar à adoção é longo”, explicou. No local existem 40 crianças.



Também na cidade, existem ainda a Organização Não Governamental (ONG) Casa Lar e Vida Viva, a Casa Lar Retiro de Eros e o Lar da Caridade. “São ONGs que têm convênio com a Prefeitura, que passa recurso financeiro”, completou Cláudia. Os interessados em adotar uma criança devem procurar a Promotoria da Infância e Juventude, para entrar no Cadastro Nacional de Adoção.

Vejam a matéria na íntegra:
http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2012/10/filha-adotiva-comemora-realizacao-de-sonhos-no-dia-das-criancas-em-mg.html

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Aos 58 anos, atriz Regina Casé adota criança, diz jornal

"A atriz Regina Casé, de 58 anos, adotou uma criança, de acordo com a coluna de Ancelmo Goes, do jornal “Diário de S. Paulo”, desta quarta-feira (12).
Ainda segundo a publicação, Casé passou pelos trâmites legais, esperou sua vez no Juizado e fez somente uma exigência: de que a criança a ser adotada fosse um menino, mais velho e negro.
A apresentadora do programa “Esquenta”, da Rede Globo, é mãe de Benedita, fruto do casamento de 14 anos com o artista plástico Luiz Zerbini. A artista já sofreu quatro abortos espontâneos."
 
matéria publicada nosite TERRA

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Mães adotantes agora também têm direito a 120 dias de licença-maternidade

http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/nacional/noticia/2012/06/18/maes-adotantes-agora-tambem-tem-direito-a-120-dias-de-licencamaternidade-349561.php

Uma ação civil pública do Ministério Público Federal contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) trouxe uma boa notícia para as mulheres que pretendem adotar um filho. A partir de agora, aquelas que adotarem uma criança ou adolescente, independentemente da idade deles, terão direito a 120 dias de salário-maternidade. Caso a decisão não seja cumprida, uma multa de R$ 10 mil pode ser aplicada. 

De acordo com o advogado Paulo Perazzo, a antiga medida que oferecia menos dias de licença quanto mais velha fosse a criança adotada era "injusta pois não permitia que a mãe adotiva tivesse mais tempo para conviver com o novo filho e criar vínculo afetivo em função da convivência."

A presidente do Grupo de Estudos e Apoio à Adoção, a psicóloga Suzanna Schettini, afirmou que "esta lei está fazendo justiça à mãe adotiva. Entendia-se erroneamente que a criança adotada mais velha não precisava da presença da mãe, mas normalmente é o contrário disso. Quanto mais velha, mais tempo é necessário para que esta criança crie vínculos. É toda uma fase de adaptação. Nova casa, novos arredores, nova família. Um processo de construção. Esta decisão veio para trazer justiça a uma questão que estava mal resolvida."

Suzana Schettini é mãe de cinco filhos, três deles sendo adotados. Ela disse que apesar deste avanço, ainda há muito a ser feito, "principalmente na questão dos homoafetivos. Muitos casais gays querem adotar filhos, mas não conseguem. Nós já estamos há muito tempo trabalhando com isso. A promulgação dessa lei foi um passo na direção certa, mas ainda temos muito o que fazer."

PAIS - Ainda não há uma lei que estabeleça os direitos dos pais que adotam crianças, mas em 2011, André* se tornou o primeiro servidor de Pernambuco a conseguir uma licença de 180 dias para poder cuidar de seu filho de 4 meses, recém-adotado. "Não há uma lei estadual que regulamente no caso de pai solteiro. Utilizei o art. 126-A da Lei Estadual nº 6123/68, que trata da licença-maternidade para as servidoras estaduais que adotam. Em um procedimento administrativo, pedi que, por ser pai solteiro, recebesse o mesmo tratamento, o que foi deferido pelo ex-presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Des. José Fernandes", disse. 

Ainda segundo André, não só ele deveria receber esse benefício, mas todos os pais solteiros. "Criamos nossos filhos sozinhos. Precisamos do mesmo tempo que uma mulher teria. Nossa família é monoparental, mas cheia de amor e dedicação, somos extremamente felizes."

segunda-feira, 4 de junho de 2012

EBC - Exigência de famílias com relação a perfil da criança dificulta adoção


Os abrigos que acolhem crianças e adolescentes no país estão cheios, mas ainda assim famílias esperam anos na fila para adotar um filho. A demora nos processos de destituição do poder familiar, em que os pais perdem a guarda e a criança pode ser encaminhada à adoção, explica em parte esse fenômeno. Outro motivo é a discrepância entre o perfil das crianças disponíveis e as expectativas das famílias.

A maior parte dos pretendentes procura crianças pequenas, da cor branca e sem irmãos. Dos 28 mil candidatos a pais incluídos no Cadastro Nacional de Adoção, 35,2% aceitam apenas crianças brancas e 58,7% buscam alguma com até 3 anos. Enquanto isso, nas instituições de acolhimento, mais de 75% dos 5 mil abrigados têm entre 10 e 17 anos, faixa etária que apenas 1,31% dos candidatos está disposto a aceitar.

Quase mil crianças e adolescentes já foram adotados por meio do cadastro, criado em 2008. Antes da ferramenta, que é administrada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), as unidades federativas tinham bancos de dados próprios, o que dificultava a troca de informações e a adoção interestadual.

Para o juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça Nicolau Lupianhes Neto, é possível perceber uma mudança na postura das famílias pretendentes, que têm flexibilizado o perfil buscado. A principal delas diz respeito à faixa etária: antes a maioria aceitava apenas bebês, mas hoje a adoção de crianças até 4 ou 5 anos de idade está mais fácil.

“A gente observa que isso tem mudado pelos próprios números do cadastro, mas essa transformação não vai acontecer da noite para o dia porque faz parte de uma cultura”, aponta o magistrado. Uma barreira difícil de ser superada ainda é a adoção de irmãos. Apenas 18% aceitam adotar irmãos e 35% dos meninos e meninas têm irmãos no cadastro. A lei determina que, caso a criança ou adolescente tenha irmãos também disponíveis para adoção, o grupo não deve ser separado. Os vínculos fraternais só podem ser rompidos em casos excepcionais, que serão avaliados pela Vara da Infância.

Outros fatores são entraves para que uma criança ou adolescente seja adotado, entre eles a presença de algum tipo de deficiência física ou doença grave, condição que atinge 22% dos incluídos no cadastro. Bianca* tem 5 meses de idade e chegou com poucos dias de vida ao Lar da Criança Padre Cícero, em Taguatinga, no Distrito Federal. A mãe, usuária de crack, tentou fazer um aborto e Bianca ficou com sequelas em função das agressões que sofreu ainda na barriga. Ela tem paralisia cerebral parcial. Apesar da deficiência, é uma menina esperta, ativa e muito carinhosa. Os médicos que acompanham o tratamento de Bianca no Hospital Sarah, em Brasília, estão animados com a sua evolução, segundo a assistente social Renata Cardoso. “Mas a gente sabe que no caso dela a adoção vai ser difícil”, diz.

Aos 37 anos, Renata sabe muito bem como é a realidade das crianças que vivem nos abrigos, mas têm poucas chances de ser adotada. Ela chegou ao Lar da Criança Padre Cícero aos 7 anos de idade, com três irmãos. Órfãos de mãe, eles não podiam morar com o pai, que era alcoólatra. Houve uma tentativa de reintegração quando o pai se casou, mas ela e os irmãos passaram poucos meses na casa da madrasta e logo retornaram para a instituição. “Não deu certo”, lembra. Dois de seus irmãos saíram do abrigo após completar 18 anos e formaram suas próprias famílias. Renata quis continuar o trabalho de Maria da Glória Nascimento, a dona Glorinha, diretora do lar. Ela nunca foi adotada oficialmente por Glorinha, mas ela e os irmãos são tratados como se fossem filhos biológicos.

“Com o tempo, a gente sentiu que ela ia cuidar da gente como filho. Não tive vontade de ir embora, nunca vi aqui como um abrigo, sempre vi como minha casa e ela [Glorinha] como minha mãe. Ela sempre ensinou que nós iríamos crescer para cuidar dos menores e foi assim”, conta.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Dia Nacional da Adoção: Aumenta o número de adoções tardias no Brasil


Cerca de mil crianças foram adotadas nos últimos 3 anos e cresceu a procura por crianças com mais de 2 anos
Fernanda Carpegiani




Quem pensa em adoção logo imagina levar um bebê bem pequeno para casa. Mas para muitas famílias a realidade é bem diferente. Uma pesquisa feita pela psicóloga Lídia Weber mostrou que o número de adoções de crianças maiores de 2 anos está aumentando. Em um estudo feito no ano passado com 736 famílias por adoção, a especialista concluiu que 30% de todos os processos são de adoções tardias. Uma ótima notícia para o Dia Nacional da Adoção, comemorado nesta sexta, 25 de maio.
Para ler mais, acesse
 http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI306859-15546,00-DIA+NACIONAL+DA+ADOCAO+AUMENTA+O+NUMERO+DE+ADOCOES+TARDIAS+NO+BRASIL.html

Vc vai encontrar vários depoimentos , entre os quais o do Valter, voluntário do Projeto Acolher e o da Edileusa, que frequenta nossos encontros há mto tempo.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Palestras da 1ª Semana da Adoção-OAB/Santo Amaro




“Adoção Nacional e Internacional”
 Data:21.05.2012
 Horário:19H00
Local:Rua Alexandre Dumas, 224.

Palestrante: Dr. Antonio Carlos Berlini

Currículo:  Advogado, Palestrante do Departamento de Cultura e Eventos da OAB SP,
Presidente da Comissão Especial de Direito à Adoção da OAB SP, Diretor-Executivo da ONG Humanitária Internacional Ai.Bi. - Amici dei Bambini, Formador e Capacitador de Operadores para o Sistema de Garantias do Direito da Criança e do Adolescente.

“A Criança e a Educação”
 Data:22.05.2012
 Horário:19H00
 Local:Rua Alexandre Dumas, 224.
 Palestrante: Dra. Sonia Suzi Lara Silva
 Currículo: Pedagoga,  Formada na UNIP, Pós-graduada em alfabetização e letramento na FAMESP, Presidente na ONG Instituto Canto de Luz.

“A Atuação do Serviço Social e Psicologia na Vara da Infância e Juventude”
 Data:23.05.2012
 Horário:19H00
 Local:Rua Alexandre Dumas, 224.
 Palestrantes:Dra. Solange Rolo Silveira e Dra. Maria Cristina Costa Couto.
 Currículo da Dra. Solange Rolo Silveira: Assistente Social Judiciária – chefe da Vara da Infância e Juventude de Santo Amaro, Formada pela FMU- Atuante na área de assuntos gerais relacionadas com Crianças/Adolescentes.
 Currículo da Dra. Maria Cristina Costa Couto: Psicóloga Judiciária da Vara da Infância e Juventude de Santo Amaro  Formada pela PUC SP - Atuante Ativa na Área de Adoção.

“Adoção: A Vida, a Lei e a Constituição”
 Data:24.05.2012
Horário:19H00
Local:Rua Alexandre Dumas, 224.
Palestrantes:Dr. Antonio Augusto Guimaraes de Souza.
 Currículo: Advogado,  Juiz Aposentado,  Professor Universitário,Membro da Comissão Especial de Adoção da OAB/ SP

“Adoção Tardia”
Data:25.05.2012
 Horário:19H00
 Local:Rua Alexandre Dumas, 224.
 Palestrantes:Dra. Monica Cristina Aparecida Lima Molica Silva.
 Currículo: Membro da Comissão, Vice Presidente da Comissão do Direito à Adoção da OAB- Sorocaba, Integrante de Grupo de Apoio à Adoção GAASO de Sorocaba. Coordenação: Comissão da Criança, do Adolescente e da Adoção-OAB/Santo Amaro.

Coordenadora: Dra. Kátia Regina Rodrigues dos Santos Brum.
 Inscrições/Reservas
OAB/Santo Amaro – Rua Alexandre Dumas, 224
Telefone para inscrições: 5524-5369
 E-mail para inscrições: santo.amaro@oabsp.org.br
 Maiores informações acessem WWW.oab-stoamaro.com.br

domingo, 20 de maio de 2012

EVENTOS DA SEMANA DA ADOÇÃO

Amigos,

Durante todo o Mês de maio acontecerão eventos em comemoração ao dia 25 de maio - DIA DA ADOÇÃO.

Alguns eventos em nossa cidade e região:

SEMINARIO SEMANA ESTADUAL DA ADOÇÃO - Lei 14.464/11

Data: 23/05/2012`
Horário: 9:30hs
Local: Auditório do Fórum João Mendes Junior - Pça. João Mendes, s/n - sala 1629 - 16º andar
Informações: begin_of_the_skype_highlighting (11)3886-6505 end_of_the_skype_highlighting
O evento será realizado por video conferência e poderá ser prestigiado pela internet ou pessoalmente, mediante inscrição realizada com antecedência no site: www.epm.tjsp.jus.br

II Caminhada em Prol da Adoção e Convivência Familiar PDF Imprimir E-mail


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Amigos
No dia 27/05 (domingo) teremos a II Caminhada em Prol da Adoção e Convivência Familiar.
Nosso objetivo é comemorar o Dia Nacional da Adoção (25/05/2012), caminhando em prol da convivência familiar, pelo direito de todas as crianças e adolescentes viverem em familia, seja ela biológica ou adotiva.
Contaremos com a Assessoria Esportiva da AMIL, que fará a distribuição de camisetas alusivas a II Caminhada, aos primeiros 200 (duzentos) participantes que chegarem a concentração, e ao final o kit lanche.
O desenvolvimento de nossa caminhada será da seguinte forma:
1) Concentração a partir das 8 hs na Rampa da Assembleia Legislativa - (Av. Pedro Alvares Cabral, 201);
2) Entrega de camisetas (primeiros 200 participantes);
3) Foto oficial do grupo, na rampa às 8:50hs, e a seguir os professores de educação física darão início aos exercícios de aquecimento/alongamento;
4) Inicio da caminhada monitorada, circuito leve;
5) Ao término da caminhada todos se reunirão no gramado ao lado da Marquise do Ibirapuera para realizarmos alongamento para encerramento e entrega de kit lanche.

Contamos com a colaboração e presença de todos!!!!!
Vamos fazer um grande movimento!!!

ADOÇÃO E SUA REALIDADE NOS PARÂMETROS DA LEI Nº 12.010/09

Data: 13/06/2012
Horário: 19:30 hs
Local : Casa do Advogado do Jabaquara - Rua Afonso Celso, nº 1200
Inscrições: Mediante a doação de um quilo de alimento não perecivel, no ato da inscrição
Fone (11) 5589-2447/5594-6125 ou e-mail jabaquara@oabsp.org.br


1ª Semana Municipal de Adoção
Dia 23/05/2012 - 19 horas - Teatro Municipal de Santo André
Caminhada da Adoção
Dia: 26/05/2012 - 9:30hs - Praça do Carmo - Centro de Santo André
Divulgação sobre adoção
Semana 20 a 26/05/2012
Grupo de Apoio à Adoção Laços de Ternura

Aniversário do PROJETO ACOLHER

Amigos,

Ontem dia 19 de maio aconteceu nossa comemoração pelo MÊS DA ADOÇÃO, contamos com a participação dos TROVADORES URBANOS, que emocionaram com lindas canções.

Nosso grupo celebrou também seus 13 anos de existência, 13 anos auxiliando e apoiando famílias que sonharam e conquistaram seus filhos. Com um espaço que permite a integração das famílias e suas crianças compartilhando alegrias, medos, surpresas, angústias, responsabilidade e proteção.

PARABÉNS!!!!!!!!

sábado, 19 de maio de 2012

Adoção Tardia

Amigos,

Esta reportagem que foi transmitida pela Band abordou a Adoção Tardia, ou seja de crianças com mais idade. Baseado no livro "Adoção – Os filhos do Coração", da autora Silvana Mancini.

Assistam a reportagem no link.


Nosso amigo e parceiro do Acolher Valter participou do livro com o depoimento da formação de sua família pela adoção de seus dois filhos.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Reunião dia 19 de maio de 2012

Amigos, parceiros e voluntários do PROJETO ACOLHER, teremos nossa reunião mensal neste sábado às 16 horas e encerraremos com uma comemoração pelo ANIVERSÁRIO DO PROJETO ACOLHER e pelo MÊS DA ADOÇÃO.
Nesta celebração contaremos com a presença e apresentação dos TROVADORES URBANOS.

Contamos com a presença e alegria de todos!!!

Não esqueçam das inscrições antecipadas pelo e-mail projetoacolher@gmail.com
ou pelo telefone 2577-0238, e aguardar a confirmação.


segunda-feira, 7 de maio de 2012

MÃES ADOTIVAS DEVEM TER 120 DIAS DE BENEFÍCIO


A Justiça Federal determinou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que conceda salário-maternidade de 120 dias a todas as seguradas da Previdência Social que adotarem ou obtiverem guarda judicial com objetivo de adoção, não importando a idade da criança. A sentença é do juiz Marcelo Krás Borges, da 1ª Vara Federal de Florianópolis, que determinou a suspensão do dispositivo da lei de benefícios que prevê 120 dias apenas para o caso de adoção de menores de um ano, estabelecendo períodos inferiores se a criança for de mais idade. A determinação deve ser cumprida imediatamente e tem efeitos em todo o País.

O juiz considerou que a previsão de períodos menores, se a criança tiver entre um e quatro anos (60 dias) ou entre quatro e oito (30 dias), contraria a Constituição, que protege a família e veda a discriminação entre os filhos. “É indispensável que a criança adotada possua um contato e uma intimidade nos primeiros meses de adoção, a fim de que possa se adaptar à nova vida e se adequar à nova família”, afirmou Borges. “Se o pai ou a mãe passar o dia no trabalho e não der a acolhida e o carinho necessário nos primeiros meses, é possível que a adoção não tenha sucesso, ficando o futuro da criança adota perdido”, observou o juiz.

A sentença também determina ao INSS que prorrogue o benefício, até que atinja 120 dias, das seguradas que estão em gozo de períodos menores. A multa em caso de descumprimento será de R$ 10 mil por dia. O presidente do INSS receberá ofício para cumprir a determinação com urgência, em âmbito nacional. A sentença foi proferida ontem (quinta-feira, 3/5/2012), em uma ação civil pública do Ministério Público Federal (MPF). Cabe recurso ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre.

Fonte: Seção Judiciária de Santa Catarina by Cenofisco

Fonte: http://taniagurgel.com.br/?p=7310           7 maio, 2012

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Adoção - Um ato de Amor - 2012




Esta cartilha foi elaborada pela Comissão Especial de Direita à Adoção OAB de São Paulo. 



São 140 perguntas e respostas sobre adoção.

No link abaixo acesso completo do conteúdo da cartilha.

 http://www.oabsp.org.br/comissoes2010/direito-adocao/cartilhas/cartilha_adocao_internet.pdf




sexta-feira, 20 de abril de 2012

Livro sobre adoção tardia divulga dados do Cadastro do CNJ


Lançado recentemente, o livro “Os filhos do coração”, da advogada Silvana Mancini, traz importantes depoimentos referentes à adoção tardia no Brasil. Mostra, também, detalhes sobre o processo de adoção e dados do Cadastro Nacional de Adoção, implantado e coordenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A advogada, que realiza trabalho voluntário em um abrigo localizado em São Paulo, afirma que seu objetivo, com o trabalho, foi ajudar a informar e esclarecer aos interessados em adoção sobre os meios e as regras principais do processo, nem sempre conhecidos das pessoas em geral – sobretudo em relação às crianças com mais idades.
De linguagem simples e acessível, a publicação traz tanto informações jurídicas como o testemunho de pessoas que adotaram crianças mais velhas. Apresenta, também, números do CNJ referentes à quantidade de crianças aguardando a adoção no Brasil e o percentual de pretendentes, entre outros dados e legislações relacionadas.

“Penso que o mais relevante é a divulgação da mensagem da adoção tardia entre os interessados. Como se sabe, se a adoção de bebês já é difícil, imagine a das crianças com mais idade”, destacou Mancini. Maiores informações sobre o trabalho podem ser obtidas pelo e-mail manciniadv@uol.com.br

Agência CNJ de Notícias com divulgação


Link: www.cnj.jus.br/pr6c

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Campanha em SC incentiva adoção de crianças com mais de três anos


Cerca de 80% das famílias que estão na fila de espera para "adoção" buscam meninas de no máximo três anos e sem irmãos.


Reportagem que foi apresentada pelo Jornal Nacional no dia 10/04/2012 mostrando que em Santa Catarina, existe uma campanha que incentiva casais a adotarem crianças mais velhas e adolescentes.
Relatos de famílias:
Quando Mariá viu Juliana pela primeira vez ficou encantada. A menina tinha seis anos e morava num abrigo.  “Foi amor à primeira vista. Eu senti que aquela era a criança que eu queria adotar”, conta a professora Mariá Nascimento Pereira.
Mas aí veio a surpresa. “A Juliana correu para o meu colo e disse: ‘mas tem um problema’. Eu perguntei: qual é ? ‘tia, eu tenho mais três irmãs’", lembra.
O marido levou um susto. Fabio e Mariá já tinham dois filhos biológicos.
“Triplicar o time não é fácil, mas nós decidimos encarar”, afirma o professor Fábio Nascimento Pereira.
Hoje a família não tem dúvidas: o que triplicou foi o amor entre eles.
“Eu sinto vontade de falar para todo mundo que eu tenho a melhor família do mundo, a mais feliz, a mais alegre, a melhor família”, diz Mariá.
Histórias como esta são raras no Brasil. Cerca de 80% das famílias que estão na fila de espera para "adoção" buscam meninas de no máximo três anos e sem irmãos.
O desejo de encontrar uma criança "ideal" afasta os pais dos possíveis filhos adotivos. Para reduzir esta distância, Santa Catarina criou a campanha laços de amor.
Os vídeos produzidos e exibidos no estado incentivam a adoção de crianças que já passaram dos três anos de idade.
“Os pais imaginam que essas crianças que sofreram muito na sua vida até então, tenham numa nova vida marcas do passado. E isso, muitas vezes, preocupa e assusta. As experiências práticas mostram o contrário, mostram crianças sedentas de carinho que retribuem por dez aquilo que recebem dos pais adotivo”, explica o Deputado Gelson Merísio.
Gabriel já tinha sete anos e poucas esperanças de ser adotado quando Iria abriu os braços para ele.
“Foi crescendo o nosso amor, a nossa simpatia, a nossa afinidade e foi assim. Eu estou cuidando do Gabriel, ele está cuidando de mim, e nós somos felizes juntos porque é um momento especial para nós dois”, afirma a aposentada Iria Guterrez.
Amparadas, as crianças ganham confiança para construir o futuro: “Eu estou estudando muito porque eu quero ser juíza e o meu sonho é ajudar outras crianças a serem adotadas também”, diz Ana Claudia, de 15 anos.
“Não precisa esperar um filho, mas sim conhecer um filho”, acredita Juliana Nascimento Pereira, de 13 anos.
Essa campanha envolve o Ministério Público, o Tribunal de Justiça, a Ordem dos Advogados e a Assembléia Legislativa de Santa Catarina.

Vejam no link abaixo a reportagem completa e imagens.
http://glo.bo/HvgOn9

sexta-feira, 30 de março de 2012

CONVERSAS SOBRE ADOÇÃO

Convidamos você, que está pensando na possibilidade de vir a adotar ou que já se decidiu pela adoção, para conversar com outras pessoas que estejam em situação semelhante, num espaço de acolhimento, reflexão e informação, onde seja possível trazer suas dúvidas e incertezas numa conversa franca e respeitosa.

Certamente muitos dos assuntos que serão abordados, além de serem do seu interesse, são muito importantes e devem ser refletidos para que se realize uma adoção de forma consciente. Vários temas fazem parte dessas conversas:

a motivação para ter filhos e para a adoção, a espera ou a gestação adotiva, as entrevistas nas Varas da Infância, a preparação para a adoção, o contar para o filho sua história pré-adotiva, quem são as famílias de origem dessas crianças, por que temos tantas crianças e adolescentes abrigados, o trajeto das crianças encaminhadas à adoção, o descompasso do desejo no casal em relação à adoção, a chegada da criança e as mudanças que acarreta na dinâmica familiar, as chamadas adoções necessárias, porque participar dos grupos de apoio a adoção, as adoções tardias, inter étnicas, de crianças com necessidades especiais , e de grupos de irmãos, a adoção por solteiros e por homoafetivos, e outros temas que o grupo considerar importante.

Serão quatro encontros quinzenais com grupos formados por 10 pessoas.

Datas: 12/04 ; 26/04; 10/05 e 24/05 (quintas-feiras)

Horário: 19:30 às 21:00 horas

Local: Humanae Espaço Multidisciplinar em Saúde

Coordenação: Maria Beatriz Amado Sette, assistente social judiciária, terapeuta de casal, família e adulto, facilitadora grupal.

Co fundadora do Projeto Acolher: http://www.projetoacolher.blogspot.com.br/
Participa do Grupo Conectar:  www.grupoconectar.com.br
http://grupoconectar.org/
Inscrições e informações: 5181 8033 / 9613 5583 / biamado7@gmail.com

quinta-feira, 29 de março de 2012

PALESTRA SOBRE ADOÇÃO


"INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

Data: 30-03-2012
Horário: 19H00
Palestrante: DESEMBARGADOR ANTONIO CARLOS MALHEIROS

Currículo do Palestrante:
“Desembargador do TJSP Câmara de Direito Público. Coordenador da infância e Juventude do TJSP. Professor universitário. Graduado em Direito pela Universidade de São Paulo (1973) e mestrado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2002). Professor titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, professor titular da Faculdade de Direito Padre Anchieta, professor titular de direito das Faculdades Integradas Rio Branco, conferencista da Polícia Militar do Estado de São Paulo, OAB/SP, COGEAE-PUC-SP e Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito do Estado (Direito Constitucional e Direito de Família).”

Inscrições/Reservas
OAB/Santo Amaro – Rua Alexandre Dumas, 224
Fone: 5524-5369
E-mail: santo.amaro@oabsp.org.br

terça-feira, 13 de março de 2012

Charlize Theron adota um bebê

Charlize Theron entrou para a lista de mamães famosas. De acordo com o site da "People", a atriz sul-africana adotou um garotinho chamado Jackson. "Ela é a mãe orgulhosa de uma bebê saudável", confirmou um porta-voz da atriz à publicação. O menino é o primeiro filho da atriz.
No dia 27 de janeiro, Charlize foi fotografada nos bastidores do longa "Snow White and the Huntsman", em Los Angeles, com um bebê no colo, levantando suspeitas de que teria adotado uma criança. Mas em contrapartida, segundo fontes próximas a atriz, a criança era apenas o filho de uma amiga.
Em entrevista à revista alemã "In Touch", ela falou sobre o desejo de ser mãe. "Eu quero um bebê. Se isso acontecesse amanhã eu ficaria muito feliz." Questionada sobre a possibilidade de adotar uma criança, Charlize foi enfática: "Por que não? Estou aberta a tudo na vida."

matéria publicada no site da revista QUEM, clique aqui para ver o original

segunda-feira, 5 de março de 2012

CALENDÁRIO das reuniões de 2012


24 de março
14 de abril
19 de maio
23 de junho

18 de agosto
15 de setembro
27 de outubro
24 de novembro
8 de dezembro



Horário: 16:00 horas
Local: EMEI Francisco Manoel da Silva
'Praça Prof. Helio Gomes, 64 - Jd Campo Grande- São Paulo

( veja como chegar ao local nos post anteriores )


ATENÇÃO: A reunião do dia 24 será aberta a todos os interessados, porém nas próximas reuniões as vagas serão limitadas e as inscrições poderão ser feitas:

- pessoalmente se a pessoa comparecer na reunião do dia 24 de março,  ou

- encaminhar email a partir de 26 de março para projetoacolher@gmail.com
e, aguardar a confirmação , ou

- deixar recado no telefone 2577 0238 , e aguardar a confirmação.


A reunião começa ás 16:00 h. em ponto, procure não se atrasar!

E , lembre de trazer algo para compartilharmos no nosso lanche!
 
O Projeto Acolher é uma ong que não recebe nenhuma verba , mas tem diversas despesas , e por isso pede a cada participante que colabore, se possível. Valor sugerido por reunião: 10,00

sexta-feira, 2 de março de 2012

Basta às idéias pré-concebidas!

- Carta encaminhada, à imprensa, pela Sra. Suzana Sofia Moeller Schettini, Presidente do Grupo de Estudo e Apoio à Adoção no Recife
Prezados Senhores,
A associação entre adoção e delinquência lançada subliminarmente à sociedade nas entrelinhas das reportagens que se referem ao assassinato do casal de Olinda, causa incômodo e tristeza a muitos pais e filhos adotivos, pois reforça preconceitos já existentes no imaginário social.
A adoção é apenas um fato histórico na biografia do assassino, não é o que determina as suas ações. Entretanto, tem sido o primeiro quesito a ser relacionado ao seu perfil.
Filhos são filhos tão somente. Não importa se adotivos ou biológicos.
Na verdade, crianças se tornam filhos apenas se forem afetivamente adotadas pelos seus pais.
Aconteceram vários outros casos de tragédias humanas no passado, promovidas por filhos biológicos, e não se verificou nenhuma referência à sua origem biológica. Por que quando o criminoso é adotivo a questão de sua origem ganha tanta relevância?
No Brasil existem milhares de famílias adotivas felizes, cujos filhos foram muito desejados, são amados e criados com muito carinho e desvelo.
Há mais de 20 anos temos em curso o Movimento Nacional Pró Adoção, promovido por entidades chamadas Grupos de Estudo e Apoio à Adoção (os GAAs) - são mais de 100 distribuídos em todos os Estados brasileiros - que são afiliados à Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção (ANGAAD).
O Movimento Nacional trabalha por uma nova cultura de adoção, livre de preconceitos e discriminações e pelo direito de toda a criança a ter uma família. Os esforços conjuntos convergem para uma mudança de paradigma na adoção: ao invés de procurarem-se crianças para famílias que não
podem tê-las, procurarem-se famílias para crianças que já existem.
Temos cerca de 40.000 crianças institucionalizadas que precisam de uma família e não a conseguem por encontrarem-se fora do perfil desejado pela maioria dos pretendentes à adoção: não são bebês, nem brancos, nem meninas, nem saudáveis.
Como disse Einstein, "é mais fácil quebrar um átomo do que um preconceito".
A associação nociva entre adoção e delinquência, certamente deixará os seus efeitos nefastos na memória social.
O fantasma do medo assombrará o imaginário dos pretendentes à adoção e os filhos adotivos, por muito tempo, serão apontados com desconfiança e temor! Entretanto, serão as crianças institucionalizadas que pagarão o ônus maior, pois este cenário apenas contribui para postergar mais e mais as suas oportunidades de nova inserção familiar.
Em nome de todos os pais e filhos adotivos brasileiros, pedimos encarecidamente a sua consideração a respeito do exposto.
Antecipadamente agradecemos.
Atenciosamente,

Suzana Sofia Moeller Schettini
Presidente do Grupo de Estudo e Apoio à Adoção no Recife
Mãe adotiva

Texto copiado do AdoçaoTardiablogspot.com