sexta-feira, 13 de junho de 2008

Legisladores em NJ tornam mais rigorosos processos de adoção

publicado no Brazilian Voice em 11 de junho

As crianças adotivas em New Jersey receberão mais uma forma de proteção segundo um projeto de lei que será apresentado ao Senado Estadual nessa segunda-feira (9). A legislação provoca algumas mudanças nos estatudos relacionados aos recursos dos pais para garantir que a Division of Youth and Family Services esteja de acordo com as novas regulamentações federais. Entre as mudanças, destaca-se o aumento da autoridade do DYFS (Divisão de Menores) em conduzir verificações de bons antecedentes dos futuros responsáveis e qualquer outro adulto que more na mesma residência nos últimos 5 anos.O lançador da proposta, Joe Vitale, disse que dessa forma eles terão certeza de que a criança seja colocada em uma casa onde ninguém possui um histórico de abuso infantil. O projeto de lei também permite que representantes do governo pesquisem os antecedentes criminais em membros da família residentes em outros estados que, por ventura, desejam adotar uma criança natural de New Jersey.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Cadastro Nacional de Adoção será apresentado em cinco estados até o dia 20

O desembargador Luis Carlos Figueiredo, do Tribunal de Justiça de Pernambuco, estará em Maceió, nesta sexta-feira (13/06), para apresentar o Cadastro Nacional de Adoção. O evento faz parte da programação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que desde o lançamento do Cadastro, em maio, informa sobre a uniformização dos procedimentos para adoção e apresentando as novas diretrizes do Cadastro.
Todos os Tribunais do país terão seis meses para concluir a inclusão dos dados dos candidatos dos pais adotivos e a das crianças a serem adotadas. Depois disso, a inclusão será feita automaticamante.
Em entrevista ao Programa Gestão Legal, da Rádio Justiça, que foi ao ar nesta quarta-feira (11/06), a conselheira Andréa Pachá, explicou que, além de divulgar o Cadastro Nacional de Adoção, as palestras visam esclarecer sobre os procedimentos necessários para inserir os dados das crianças e adolescentes aptos a serem adotados e das pessoas dispostas à adoção.
Ela disse que o Cadastro vai facilitar o processo, mas não muda a cultura da adoção no país. "Esse cadastro é importante para dar visibilidade à adoção no país e discutir questões fundamentais no processo de adoção como a raça e a idade das crianças a serem adotadas". Segundo a conselheira Andréa Pachá, as palestras sobre o Cadastro Nacional de Adoção estão sendo bem recebidas pelos juízes, funcionários da justiça e, principalmente pela população que tem estado mais próxima do Judiciário.
O objetivo do CNA, lançado pelo Conselho Nacional de Justiça em 29 de abril passado, é mapear e unificar as informações. O Cadastro irá possibilitar ainda a implantação de políticas públicas na área. Cronograma de visitas - Dentro do cronograma de visitas aos estados para apresentação do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) estão previstas palestras em Natal, no próximo dia 16 com o desembargador Luiz Carlos Figueiredo; nos próximos dias 18, 19 e 20 em Campo Grande, Cuiabá e Curitiba, respectivamente, com a juíza Cristiana de Faria Cordeiro, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.Fonte: CNJ

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Conselho Federal de Psicologia lança livro sobre adoção gay

publicado em 11/6/2008
O conselho Federal de Psicologia (CFP) e a Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) lançou, na última quinta-feira (6), na ocasião da I Conferência Nacional GLBT, um livro sobre adoções por gays e lésbicas. A cartilha é resultado de uma parceria com o movimento GLBT e foi elaborada por psicólogos de diferentes linhas teóricas, com reconhecida produção sobre o tema.
Segundo a Coordenadora da Comissão Nacional de Direitos Humanos do CFP, Ana Luiza Castro, o livro busca auxiliar na concretização dos direitos já obtidos. "Queremos colaborar e contribuir com essa discussão e com a legitimação desses direitos para todas as pessoas, independente da orientação sexual, incluindo a possibilidade de adoção por gays e lésbicas", disse.
Para o presidente do CFP, Humberto Verona, o livro mostra, por meio de seus artigos, que não existe fundamento teórico, científico ou psicológico condicionando a orientação sexual como fator determinante para o exercício da parentalidade. "Desejamos contribuir, com este material, para que as conquistas dos direitos de gays e lésbicas não sejam somente garantias legais, e sim direitos efetivamente vivenciados", completou.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

“Sex and the City " também fala sobre adoção

publicado na coluna No salto em 9/6/2008

Marcas e amores, são as duas principais atrações de Nova York segundo “Sex and the City – O Filme”, que estreou no Brasil no fim de semana. Quatro anos depois do fim de uma das séries de maior sucesso entre os gays, a história do longa começa do ponto onde a escritora Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) e Mr. Big (Chris Noth) estão decidindo morar juntos (após ele ter ido buscá-la em Paris), enquanto as histórias de Charlotte (Kristin Davis), Miranda (Cynthia Nixon) e Samantha (Kim Cattrall) também evoluem, mas agora em tom mais maduro. Afinal, as quatro garotas agora são quarentonas.
vejam um pouco do trecho em que se fala sobre adoção
...Charlotte realiza seu grande sonho de ser mãe e vai até a China adotar sua pequena Lilly. Coincidência ou não, ela consegue ficar grávida após a adoção e, ironicamente, é levada ao hospital para dar à luz por Mr. Big, até então odiado por ela pelo que fez com sua ex-noiva. ..