domingo, 23 de setembro de 2007

Voluntários do ACOLHER participam de reunião

Neste sábado, 22 de setembro, um pequeno grupo de Voluntários do PROJETO ACOLHER, reuniu-se para conversar sobre os caminhos do ACOLHER e seu planejamento futuro. A reuniõa, na casa de uma das voluntárias, foi coroada por um churrasco e deliciosa macarronada.
Foram discutidos diversos aspectos, que a nosso ver, precisam ser pensados no ACOLHER.
Falou-se sobre a arrecadação de fundos, a consolidação e ampliação do grupo de voluntários, e sobre as dinâmicas dos grupos de reunião.
Falou-se também sobre a organização de um curso, um seminário, de estudos sobre adoção, voltado especialmente para os pretendentes á adoção, e de um grupo terapêutico voltado aos pais que tem vontade de ter participar de um grupo para falar sobre os problemas e outras questões que tem enfrentado na adoção.
Todas estas idéias estão maturando e embreve divulgaremos maiores informações.
Se tiver alguma dúvida, ou quiser conversar sobre algum assunto, escreva para spprojetoacolher@yahoo.com.br

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Atriz de "Weeds" adotou criança africana, diz revista

publicado no UOLon LINE em 18/09/2007 - 18h32


da Efe, em Washington
A atriz americana Mary-Louise Parker, da série "Weeds", adotou uma criança africana, informou hoje o site da revista "People".
Atriz Mary-Louise Parker concorreu a dois prêmios do Emmy Awards
Segundo o veículo, a atriz, de 43 anos e que já é mãe, tem agora uma filha.
O site da "People" diz ainda que ambas foram vistas neste fim de semana em Los Angeles, antes da cerimônia do Emmy Awards.
No domingo, Parker concorreu a dois prêmios naquele que é considerado o Oscar da TV americana: um de melhor atriz em série cômica, por sua atuação na série "Weeds", e outro de melhor atriz em minissérie ou filme para a TV, por seu papel na produção "The Robber Bride".
Em 2004, a intérprete já tinha ganhado o Emmy de melhor coadjuvante em minissérie por sua atuação em "Angels in America".
"Mary-Louise é uma mãe incrível. Não poderia estar mais feliz", disse ao site da "People" uma pessoa próxima à atriz.
Parker já tem um filho, Will, de 3 anos, fruto de sua relação com o ator Billy Crudup, de quem ela separou antes mesmo de o bebê nascer.
No momento, a atriz ainda pode ser vista no filme "The Assassination of Jesse James", recém-premiado no Festival de Cannes

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Escolhas:

" Por escolha, nos tornamos uma família, primeiro em nossos corações e, finalmente, em corpo e alma.
Grandes expectativas são boas,
grandes experiências são melhores!"

Richard Fischer - pai adotivo

no original:
By choice, we have become a family, first in our hearts, and finally in breath and being.
Great expectations are good; great experiences are better.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

155 casais aguardam crianças para adoção

matéria de Lígia Ligabue para o JORNAL DA CIDADE, de Bauru, em 17 de setembro - extraida do JCNET

Uma criança de até 36 meses.
É o que espera a maioria dos 155 pretendentes que estão cadastrados na Comarca de Bauru para adotar uma criança.
Situação muito difícil, já que está cada vez mais raro uma mãe abrir mão da guarda da criança ainda na maternidade. Neste ano, ocorreu apenas um caso na cidade. O bebê que nasceu sadio foi entregue à adoção logo após a mãe comprovar que não tinha condições de manter a criança.
De acordo com a psicóloga Rosângela Motta Vaz, é difícil a adoção de crianças com mais de 10 anos. A maioria dos pretendentes prefere bebês. Ela, no entanto, avalia que neste ano diminuiu o número de casais cadastrados e também o número de crianças. “Houve uma mudança significativa e atualmente pretendentes têm aceitado crianças de 2 ou 3 anos”, observa.
Apesar deste progresso, a psicóloga ressalta que ainda é muito difícil encontrar lares para meninos com mais de 6 anos e meninas com mais de 10 anos de idade. Problemas de saúde também dificultam a adoção. Crianças portadoras do vírus HIV ou com problemas mentais não conseguem pais adotivos. Apesar de poucos, os meninos e meninas portadores de deficiências físicas serem encaminhados para adoção, esse fator também se torna uma dificuldade. Atualmente, vivem em situação de abrigo 67 crianças em Bauru.
Porém, nem todas estão livres para serem adotadas. No caso de adoção por entrega da criança, o processo é mais simples e rápido, porque não existe toda a parte de litígio judicial. Um casal precisa aguardar até três anos para conseguir adotar um bebê.
Dentre os 155 casais que aguardam uma criança, alguns já são pais adotivos

sábado, 15 de setembro de 2007

Maria descobre que é adotada

publicada em 14 de setembro no UOL TELEVISÃO

Ana Luz (Fafá de Belém) vai passar por um momento delicado nos próximos capítulos de "Caminhos do Coração"- novela da TV RECORD. Afinal, esta semana, ela e Pepe (Perfeito Fortuna) decidem contar a Maria (Bianca Rinaldi) que ela é adotada.
Confusa, a artista não consegue acreditar que não é filha do casal. Eles dizem que Maria foi deixada no circo, mas não sabem por quem. E, para dar provas da adoção à filha, Ana lhe mostra o bilhete que deixaram junto com o bebê. Ana confessa que acredita que Maria é filha de Sócrates (Walmor Chagas).
Mais confusa ainda por conta das novidades, Maria pergunta a Pepe se ela é mesmo filha biológica do milionário. Porque, se for, ela tem direito a uma grande herança. E, diante disso, tudo pode mudar.

Ou seja, as novelas mostrando um pouco do que acontece na vida real nos momentos da revelação (sem a parte da herança naturalmente)

domingo, 9 de setembro de 2007

Defensoria Pública realiza projeto 'Movimento pela Paternidade'

publicado dia 09 de Setembro de 2007 no site aquidauananews. com
A Defensoria Pública de Caarapó, município a 273 quilômetros de Campo Grande, iniciou há um mês o projeto social intitulado "Movimento pela Paternidade". O objetivo da ação é promover o reconhecimento da paternidade da criança ou adolescente - registrados apenas com o nome da mãe - pelo pai biológico, quando for possível a localização do mesmo.
O projeto também incentiva a adoção, quando a mãe mantém união estável e duradoura com o companheiro. Porém só acontece quando a criança considera o mesmo como pai, e este por sua vez tem interesse na adoção. Desde que iniciou o projeto, em agosto, o Defensor Público de Caarapó, Nilton Marcelo de Camargo, já recebeu 180 nomes de crianças e adolescentes que não têm a paternidade reconhecida. Porém a expectativa de casos é maior, e pode chegar a 400 no município. "Verifiquei a necessidade de atendimento, por conta dos casos que chegam até a Defensoria. Na maioria deles as crianças e adolescentes não têm a paternidade reconhecida.
A ação é uma forma de garantir a dignidade da criança", afirma o Defensor. Para ajudar no trabalho as escolas do município fizeram um levantamento de quantas crianças não possuem o registro paterno e enviaram para a Defensoria Pública.
A investigação da paternidade é feita com auxílio de exames de DNA que pode ser feito em laboratório particular, custa em média R$ 280 e fica pronto entre 15 a 20 dias, ou ainda na Coordenadoria-Geral de Perícias, que é de graça, porém existe necessidade de espera. Até agora 12 crianças encontraram o pai biológico, que reconheceram a paternidade. Caso o processo de adoção seja aberto – por enquanto houve apenas um pedido – demora em média de 4 a 6 meses. O atendimento da Defensoria Pública em Caarapó é feito na Rua 15 de Novembro, 520. O telefone de contato é (67) 3453-1132.

sábado, 8 de setembro de 2007

Justiça mantém guarda de bebê com transexual

publicada pela agência ESTADO em 07 de setembro de 2007
A Justiça paulista decidiu manter a guarda provisória de um bebê de nove meses com um transexual e seu companheiro.
O juiz Osni Assis Pereira, da Vara da Infância e da Juventude de São José do Rio Preto, a 440 quilômetros de São Paulo, indeferiu o pedido do Ministério Público para que a criança, um menino, fosse apreendido e mandado a um orfanato para ser adotado por uma "família normal" (sic), de acordo com os termos da solicitação.
De acordo com o promotor, a criança não poderia levar uma vida normal sem a presença de um pai e de uma mãe. No entanto, com a decisão, o transexual Roberto Góes, 30 anos, e seu companheiro Paulo, de 40, poderão ficar com a criança até o julgamento da ação em que reivindicam a guarda definitiva e futura adoção da criança.
"Estou muito feliz, porque meu direito está sendo reconhecido e com esperanças de que poderei conquistar a guarda definitiva", disse Roberto. Ele toma conta da criança há sete meses, desde que a mãe biológica, uma adolescente, lhe incumbiu da tarefa por não ter condições de criar o filho. Pereira se baseou na investigação feita por psicólogos e assistentes sociais que declararam que Roberto e Paulo estavam cuidando bem da criança.
Mas Pereira explicou que a guarda deverá ficar em nome de apenas um dos dois porque a futura adoção implicaria problemas para a criança. "Como colocar o nome do pai e da mãe no registro de nascimento? O garoto pode passar por constrangimento", comentou Pereira. Porém, segundo ele, o problema poderá ser solucionado quando Roberto, que atende pelo nome de Roberta, fizer a troca de nome em cartório.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

"O pequeno italiano" mostra vida difícil na Russia

texto de Alysson Oliveira, do Cineweb - agência Reuters SÃO PAULO

Símbolo de uma renovação do moderno cinema russo, o drama "O Pequeno Italiano", de Andrei Kravchuk, estréia nesta sexta-feira em São Paulo. Vencedor de dois prêmios no Festival de Berlim de 2005, entre eles um concedido por um júri mirim, o filme foi selecionado pela Rússia para representá-la no ano passado no Oscar.
O personagem-título é Vanya (Kolya Spiridonov), um órfão russo de 6 anos, a quem a sorte parece sorrir quando um casal de italianos decide adotá-lo.
Numa das primeiras cenas, o casal italiano chega a uma região desolada da Rússia, coberta por neve e pobreza. Eles são levados ao orfanato por Madam (Mariya Kuznetsova), uma mulher que ganha a vida facilitando a adoção de crianças por europeus de países mais ricos -- enfim, ela trafica órfãos, por assim dizer.
O casal se encanta com Vanya e decide adotá-lo. Porém, é preciso esperar algum tempo até que a burocracia local libere os papéis para levar o garoto. Nesse período, o menino conhece uma mulher cujo filho estava no orfanato e foi dado para adoção. Agora, quando ela volta para reclamá-lo, mas não o encontra mais. Esse incidente será o início de uma crise de identidade do garoto, que decide tentar encontrar sua mãe biológica, mesmo que isso signifique não mais ir para a Itália. Vanya, que ganhou o apelido de "Pequeno Italiano", começa uma verdadeira aventura em busca de sua mãe. Primeiro, consegue sua ficha e um endereço antigo no primeiro orfanato que o abrigou, quando recém-nascido. O diretor Kravchuk coloca seu personagem viajando por uma Rússia pobre, na qual seus moradores não têm muitas esperanças.
O filme nunca identifica em que cidade acontece a ação. Assim, é como se generalizasse por todo o país este retrato de caos social. A Rússia do filme parece ser apenas um local onde as pessoas vão em busca de crianças para adotar. Aquelas que não conseguem um novo lar, crescem sem perspectivas na vida.
Fugindo de exageros melodramáticos, Andrei Kravchuk realiza um filme honesto e realista. Seu protagonista Vanya não é aquele tipo de criança de olhar inocente e ingênuo. Pelo contrário, o semblante do garoto é pesado, triste -- como o de alguém que já passou por diversas experiências difíceis em tão pouco tempo de vida. Nem por isso seu entusiasmo na procura pela mãe deixa de ser contagiante.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Adoção de maior de idade não precisa do aval dos pais biológicos

publicado no site "ultima instância" em 4 de setembro de 2007

"Adoção de maiores de idade não necessita da aprovação dos pais biológicos.
Esse foi o entendimento adotado pela Corte Especial do STJ (Superior Tribunal de Justiça) na contestação de uma sentença estrangeira originária de Munique, Alemanha. A decisão acompanhou por unanimidade o entendimento do relator do processo, ministro Teori Albino Zavascki. A Vara de Tutela do Juízo Cível de Munique pediu a homologação da sentença que reconheceu a adoção das brasileiras M.S.B. e M.I.S.B. pelo alemão K.M.N. Ambas são filhas biológicas da atual esposa do requerente alemão, que concordou com a adoção.
O pai biológico das adotadas, J.M.B.B.O., foi citado para participar do processo. Como não o fez, foi nomeado um curador especial para apresentar a resposta. O curador contestou a adoção alegando que não havia comprovação da citação do pai biológico, afrontando o artigo 217, inciso II, do Regimento Interno do STF (Supremo Tribunal Federal), que exige a citação no processo como essencial para homologar a sentença. Além disso, a sentença não teria assinatura do juiz competente na Alemanha e, para se alterar o registro de nascimento, seria exigido fazer um pedido de averbação.
Na resposta, alegou-se que as adotadas são maiores de idade, o que dispensa a autorização dos pais biológicos tanto pelas leis alemãs quanto pelas brasileiras. Por envolver maior de idade, a decisão foi feita diretamente no cartório de Munique, tendo sido assinada pela autoridade responsável. Por fim, concordou com a mudança do pedido para incluir a averbação.
O Ministério Público Federal considerou que seria desnecessária a assinatura do juiz, mas que seria precisa a aprovação do pai biológico, como exigido na lei. Apontou que a lei da Alemanha (artigo 1.749 do Código Civil Alemão) exige também a autorização dos pais biológicos para a adoção. No seu voto, o ministro Teori Zavascki considerou duas questões: a falta de assinatura do juiz e a citação do pai biológico na adoção feita na Alemanha. Para o ministro, a ausência de assinatura não seria empecilho para a adoção, já que esta veio chancelada pelo consulado brasileiro e foi assinada por autoridade alemã competente, tendo, inclusive, o carimbo do juízo de Munique. Quanto à questão da autorização do pai, o magistrado também considerou não haver empecilho. Já que M.S.B. e M.I.S.B. são maiores de idade, os artigos 1.749, 1.767 e 1.768 do Código Civil alemão dispensariam a autorização. “Tal orientação, aliás, é semelhante à do nosso próprio ordenamento, como indicam os artigos 1.621, 1.630 e 1.635 do Código Civil Brasileiro e o artigo 45 do Estatuto da Criança e Adolescente”, destacou o ministro.
O artigo 1.621 do CCB determina que, sem o poder familiar, o consentimento dos pais se torna desnecessário para a adoção. Já o artigo 1.635 define que o poder familiar é extinto com a maioridade. Já segundo o artigo do Estatuto da Criança e do Adolescente, o consentimento é dispensado caso os pais tenham sido destituídos do poder familiar."

frase de Oprah Winfrey

" A última coisa que faz de alguém um pai ou uma mãe é a biologia"

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Casal italiano é detido por adotar um bebê de forma ilegal na Argentina

publicado no UOL on LINE dia 3 de setembro

Buenos Aires, 3 set (EFE).- Um casal italiano foi detido neste domingo por adotar um bebê de forma ilegal e falsificar os documentos de nascimento da criança, informaram hoje fontes oficiais.
A Gendarmaria (corporação que cuida da ordem pública) da Argentina informou em comunicado que o casal, de 63 e 57 anos de idade, foi detido no marco de uma investigação sobre o tráfico de recém-nascidos.
Depois que o casal pegou o bebê, a Gendarmaria da província de Corrientes (nordeste) realizou uma operação de acompanhamento para comprovar quais eram as intenções dos italianos.
Durante a operação, os gendarmes constataram que a mãe biológica do recém-nascido entregou a criança ao casal de forma ilegal, por isso que o órgão decidiu interceptar o veículo.
A certidão de nascimento que o casal mostrou aos oficiais mostrava que o bebê era seu filho, mas a Gendarmaria comprovou as diferenças de caligrafia e de tintas usadas no documento, que tinham sido modificadas.O casamento, o intermediário da adoção ilegal e a mãe biológica foram detidos.

Deputada Celina cumprimenta magistrada por prêmio do Projeto Padrinho

publicado no site agorams.com.br dia 05 de Setembro de 2007

A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) instituiu o prêmio Mude um Destino e um dos vencedores é representante do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul. Ao saber que o Projeto Padrinho ganhou reconhecimento nacional, na sessão desta quarta-feira (5), a deputada Celina Jallad apresentou moção de congratulações à magistrada Maria Isabel de Matos Rocha, pela premiação.
O documento foi assim redigido:"O "Projeto Padrinho", da 1ª Vara da Infância e Juventude da Comarca de Campo Grande, em sete anos, já atendeu a 556 crianças e foram realizadas mais de 1.500 intervenções. Lançado em junho de 2000, busca contribuir de alguma forma, para propiciar melhores condições de vida às crianças e aos adolescentes ligados à 1ª Vara da Infância e Juventude. Visa sensibilizar a sociedade civil a conhecer a realidade da infância abandonada, contribuindo no resgate da dignidade das mesmas.
Além dos vários tipos de apadrinhamentos, o trabalho promoveu a guarda/adoção de 36 adolescentes com idade entre 12 e 14 anos, que não teriam essa oportunidade, caso não houvesse a participação da sociedade. Concorrendo com outras 214 iniciativas de outros 22 Estados, participou no concurso "Mude um Destino", na categoria Poder Judiciário.Segundo a juíza “é a primeira vez que concorremos a um prêmio e, para nós, foi uma surpresa, pois existem milhares de iniciativas no Brasil, mas o Projeto Padrinho foi o único que atendeu a todos os requisitos do Estatuto da Criança e do Adolescente”.
Desta forma, a Assembléia Legislativa regozija-se com a ilustre magistrada pela brilhante conquista. A moção é extensiva a todos os servidores da 1ª Vara da Infância e Juventude”.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

“Papai e papai. Mamãe e mamãe. E daí? Adoção Sim”

texto escrito pelo jornalista Erik Galdino para o site www.mixbrasil.com.br em 3 de setembro

Dois pais. Duas mães. Essa foi a imagem que a sexta edição da Parada Gay de Camaçari, cidade a 41 km de Salvador, levou às ruas na tarde deste domingo, 2/9, reunindo cerca de 50 mil pessoas segundo organização.
A imagem da Parada, estampada em todo o material e banners espalhados pela cidade, era a foto da família formada por Karina, Arlete e a pequena Maria Clara, com a inscrição “Eu tenho um sonho, que minhas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela orientação sexual, mas pelo conteúdo do seu caráter”.
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Para ilustrar a Parada o casal de lésbicas Karina Saldanha e Arlete Camargo e o casal gay Joniel Oliveira e Henrique dos Reis foram à manifestação vestidos de noivos e noivas com seus filhos a tira-colo. Arlete, 37, detém a guarda da garota Maria Clara, de 3 anos, e luta na justiça para que Saldanha também tenha guarda. “Se tudo der certo seremos o primeiro casal de lésbicas da Bahia a adotar uma criança”, disse Karina.
Daniel, 6 anos, é um garoto tímido, mas acompanhou seus dois pais na Parada Gay, também vestindo paletó, posou para fotógrafos e conversou com a imprensa. “Nossa história tem 9 anos, vem antes do movimento gay da cidade.