segunda-feira, 30 de abril de 2007

Revista Raça Brasil

A ADOÇÃO NO BRASIL - Você sabia que...
• A criança ou o adolescente passa a ter os mesmos direitos e deveres, inclusive hereditários, de um filho legítimo?

• Quem é adotado recebe o sobrenome do adotante?
• A adoção é irrevogável, ou seja, a criança ou o adolescente nunca mais deixará de ser filho do adotante, nem mesmo com sua morte?
Perfil dos filhos adotivos no Brasil:

64% são brancos60% são meninas
69% eram recém-nascidos na época da adoção
62% nunca tiveram notícias de seus pais biológicos
69% sempre souberam que eram adotivos

SAIBA COMO PROCEDER
Vá até o fórum de sua região, com o R.G. e um comprovante de residência.
A Vara agendará uma entrevista para a data que o setor técnico do Fórum tiver disponível. Neste momento você receberá a lista dos documentos necessários para dar continuidade ao processo.
QUEM PODE ADOTAR

Maiores de 21 anos, qualquer que seja seu estado civil (com o novo Código Civil, 18 anos). O adotante deve ser 16 anos mais velho do que o adotado.
QUEM NÃO PODE ADOTAR

Avós e irmãos, estes podem requerer somente a guarda.
QUEM PODE SER ADOTADO•

A criança ou adolescente com, no máximo, 18 anos de idade, à data do pedido de adoção. • Pessoa maior de 18 anos que já estivesse sob a guarda ou tutela do adotante à data do pedido da adoção.

VIVA 25 DE MAIO!
A Lei nº 10.447 de 9 de maio de 2002 instituiu o Dia Nacional da Adoção a ser comemorado, anualmente, no dia 25 de Maio.
SAIBA MAIS!

O grupo de apoio Projeto Acalanto existe há 13 anos e foi criado para prevenir e esclarecer dúvidas de quem pretende adotar e de quem já adotou uma criança. Entre em contato com a instituição através do telefone (11) 3876-1160

ADOÇÃO EM VÍDEO

Filmes para as crianças:Bogus, meu Amigo Secreto - Warner (1996)
Os Anjos Entram em Campo - Abril/Vídeo (1994)
Filmes para adultos:Segredos e Mentiras - Look (1996)
O Destino de uma Vida - CIC (1995)

Leia mais sobre adoção:
Abandono e Adoção, de Fernando Freire
Adoção Tardia: Da Família Sonhada à Família Possível, de Marlizete Maldonado Vargas
Adoção uma História de Espera e Amor, de Vera Miranda Gomes
Adoção uma História Pessoal, de Sueli Trindade Ferreira
Adoção - Uma Sublime Missão, de Elizabeth Schultz Ramires
Laços de Ternura, de Lídia Natália D. Weber
Refletindo a Adoção, de Clélia Zitto Cezar

quarta-feira, 18 de abril de 2007

MEU FILHO, UM PRESENTE DE PÁSCOA

A revista BONS FLUIDOS deste mês traz, na seção denominada VOLTA POR CIMA, na página 98, o depoimento da gaúcha Maria Gorette Haupt, que adotou seu filho Bruno em 2006, aos 50 anos. Ela fez todo o processo e aguardou bastante tempo até conhecer seu filho.
Veja um dos trechos do depoimento, quando ela conta que foi chamada para conhecer a criança:
"Surgiu a primeira tensão quando soube que não era uma menina, como eu havia sonhado. Mesmo assim não cabia em mim de felicidade. O Zé também. Não conseguiamos mais comer, dormir, só pensavamos em como seria a criança e como faríamos para oranizar tudo em tão pouco tempo. Uma gravidez normal dura nove meses e nós tinhamos 3 ou 4 dias para decididir o futuro da criança. Combinamos não contar nada a ninguém até tomarmos uma decisão. Não queríamos criar expectativas nos familiares. No fundo havia medo: e se não quisessemos ficar com a criança?"
Vale a pena comprar a revista não vale?

sábado, 14 de abril de 2007

Número de pedidos de adoção dobrou em SP nos últimos anos

captado na FOLHAonline em 12 de abril
escrita por FLÁVIA MANTOVANI para a Folha de S.Paulo

"Os últimos dados sobre o perfil das crianças abrigadas são de 2004 e abrangem as que vivem em 185 instituições na capital paulista. Cerca de 10% delas podem ser adotadas --as outras estão em fase de tentativa de reinserção na própria família, prioridade do Judiciário.
Os dados sobre o perfil pedido pelos adotantes dizem respeito ao Estado de São Paulo em 2005 --não há cadastro nacional sobre o tema.
Outra informação do estudo é que, embora a maioria das pessoas não determine o sexo da criança ao entrar com o requerimento da adoção, as que decidem fazer essa escolha ainda preferem as meninas.Muitas aceitam crianças com problemas físicos e psicológicos, desde que eles sejam tratáveis. Apenas 2% disseram que adotariam crianças com doenças mentais que não tenham tratamento, e 3% afirmaram o mesmo em relação a problemas físicos não-tratáveis.
A comparação da pesquisa com um estudo parecido feito em 2004 mostra que o interesse pela adoção vem crescendo. De um ano para o outro, o número de novos pedidos quase dobrou. Segundo Reinaldo Cintra, juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de São Paulo, as pessoas também vêm se importando cada vez menos com a cor da pele, escolhendo a opção "indiferente" nesse quesito.
Para a assistente social Ana Maria da Silveira, autora do livro "Adoção de Crianças Negras: Inclusão ou Exclusão?" (ed. Veras), ocorreram pequenos avanços, mas ainda existem muitos tabus. "Crianças negras são preteridas por não se encaixarem nos padrões de beleza vigentes em nossa sociedade. Traços como a cor da pele e o tipo de cabelo ainda são entraves à adoção", afirma.Silveira diz que o preconceito é manifestado inclusive por pais adotivos negros, que escolhem crianças com a pele, no máximo, parda.
A psicanalista Maria Antonieta Pisano Motta, coordenadora do Gaasp (Grupo de Apoio à Adoção de São Paulo), acredita que uma das barreiras à adoção inter-racial é que a diferença de cor deixa a adoção muito evidente. "Fica na cara que o filho não é biológico. E o fato é que muitos pais, mesmo inconscientemente, gostariam de esconder isso."Ela também afirma que as pessoas não admitem ter preconceito, alegando que o que temem é o preconceito da sociedade. "Esse medo só existe se o preconceito ressoar nelas. Se não, elas ririam disso e ajudariam o filho a enfrentar a situação", diz.
Para Delamarque Tavares, assistente social da Vara da Infância do Fórum da Lapa, em São Paulo, uma das barreiras à adoção inter-racial e de crianças mais velhas é o desconhecimento. "Muitos casais não imaginam como é um abrigo, não sabem que quase todas as crianças que estão lá são negras e maiores de cinco anos. Quando se informam, eles se sensibilizam e conseguem migrar da criança idealizada para a criança concreta", afirma."

Mil crianças esperam por adoção em SP; 7.000 pais estão na fila

captado na FOLHAon line de 12/04/2007 - 10h53
escrito por FLÁVIA MANTOVANI para a Folha de S.Paulo

"A publicitária Daniela Lorenzon, 30, teve muito menos do que os nove meses de uma gravidez para se acostumar à idéia de ser mãe. Entre a entrada dos papéis pedindo a adoção e o dia de ter um filho nos braços, transcorreram pouco mais de dois meses. Os irmãos Thalya e Nathan chegaram à sua casa com três e um ano de idade, respectivamente.
Se tivesse mantido o perfil de criança que queria pedir inicialmente --uma menina, com até um ano de idade--, é provável que Daniela estivesse esperando até hoje. Mas uma conversa com psicólogos e assistentes sociais do Judiciário mudou as expectativas que ela e o marido tinham.
"Disseram que, se aumentássemos o limite de idade para quatro anos, teríamos mais chances e daríamos mais oportunidades", conta o marido de Daniela, o também publicitário Luis Roberto Duarte de Souza, 40. "Abrimos o leque. Acima de tudo, eu queria ser mãe", completa Daniela.
A história do casal reflete uma lenta mudança que vem ocorrendo, em grande parte, graças ao esforço de grupos de apoio à adoção e de profissionais das varas da infância e juventude. A intenção é diminuir o desencontro que existe entre um batalhão de casais que querem adotar e uma quantidade menor, mas ainda numerosa, de crianças que aguardam uma nova família -enquanto mais de 7.500 brasileiros e quase 300 estrangeiros estão na fila da adoção no Estado de São Paulo, aproximadamente mil crianças e adolescentes esperam pais adotivos.O principal motivo desse desencontro é a diferença entre as expectativas dos pais e a realidade dos abrigos. Enquanto grande parte das pessoas deseja adotar só um filho (99%), menor de três anos (83%) e de cor branca (49%), a maioria dos abrigados é de cor negra ou parda (52%), maior de três anos (87%) e possui um ou mais irmãos (56%)."São crianças que ninguém quer. Uma quantidade monstruosa de inscrições pede bebês de até 36 meses. Se juntarmos a cor e a presença de irmãos, fica ainda mais difícil", afirma Reinaldo Cintra, juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de São Paulo."

"Criança problemática" vira fantasma na hora de adotar

captado no FOLHAonline em 12/04/2007
escrita por FLÁVIA MANTOVANI para a Folha de S.Paulo

"A idéia de que a criança adotada tem mais chance de se tornar problemática é um fantasma que assombra muitos casais. Mas uma pesquisa recém-finalizada com 200 pais adotivos de todo o país mostra que a realidade não é bem assim.
Metade do grupo era formado por pessoas que só tinham filhos adotivos, e a outra metade, por pais de filhos adotivos e biológicos. Entre esses últimos, 11% consideraram seus filhos adotivos mais problemáticos do que os biológicos.
"Diante do estigma de que a adoção sempre dá problema, o fato de 89% dos pais não considerarem os filhos adotivos mais difíceis é um dado muito expressivo", afirma a autora do estudo, a psicóloga Suzana Schettini. Para 52% dos pais, as dificuldades foram iguais; 32% disseram que os problemas foram diferentes para cada filho; para 5%, os biológicos foram mais difíceis.
"Muitos pais ficam com pena de o filho adotivo já ter sofrido rejeição e acabam superprotegendo, o que pode criar um pequeno tirano. Mas, quando a educação é equilibrada, isso não acontece", diz Schettini.
A pesquisa também mostrou que a resistência de um ou mais membros da família à adoção contribui para tornar os filhos mais problemáticos. Cerca de 40% dos pais adotivos enfrentaram rejeição de parentes --avós, irmãos, filhos e até de um dos membros do casal.
"Vimos que 17% dos companheiros não queriam adotar, mas se submeteram ao desejo da outra pessoa. Isso é ruim, pois é muito importante que os dois queiram. A parte do casal que não estava segura terá dificuldade de assumir o papel de pai ou mãe. Na primeira briga, jogará isso na cara do outro", diz a psicóloga.
Outra crença popular que a pesquisa abordou foi a idéia de que os meninos adotados são mais problemáticos. Não houve nenhuma associação entre o gênero da criança e problemas de comportamento.
O medo de adotar uma criança mais velha também é uma constante entre os pais. Segundo Maria Antonieta Motta, do Gaasp, essa é uma das angústias trazidas por eles às reuniões. "Eles têm medo das marcas que a criança já tem, do sofrimento que ela já viveu. Digo que as crianças precisam ter uma experiência diferente para florescer de outra forma. A capacidade de resistir a situações adversas existe e só precisa ter a oportunidade de se manifestar. Pode ser que ela precise de ajuda nesse processo, mas não necessariamente", diz.
A psicóloga Marlizete Maldonado Vargas, autora do livro "Adoção Tardia: da Família Sonhada à Família Possível" (ed. Casa do Psicólogo), afirma que casais que já têm filhos são mais flexíveis em relação à idade. "A maioria das pessoas que se inscrevem para a adoção não pode ter filhos. Nessas situações, muitas preferem bebês, até para vivenciar a maternidade desde o início.
"Ela confirma que muitos pais demonstram medo de que a criança tenha problemas de adaptação por já ter vivido muito tempo no abrigo. "Não podemos dizer que não haja problemas. De fato, existe uma história anterior, que marcou a criança. Mas o que vemos é que, quando elas desejam ser adotadas, o progresso ocorre rapidamente."

sexta-feira, 13 de abril de 2007

A reunião é amanhã!

Dia 14 de abril, ás 15:30, teremos mais uma reunião do PROJETO ACOLHER. O tema será : "Contar a adoção, quando, o quê, para quem e como?"
Veja o convite completo na noticia do dia 6 de abril, logo abaixo.
Te esperamos lá!!!!

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Madonna não pensa em novas adoções

Madonna vai retornar ao Malauí, mas não pensa em nova adoção
matéria publicada no site da agência REUTERS , hoje, dia 12 de Abril

"NOVA YORK (Reuters) - Madonna vai voltar ao Malauí em breve para continuar seu trabalho beneficente no país, mas não tem planos de adotar outra criança, disse na quinta-feira uma porta-voz da diva pop americana.
Madonna, 48 anos, desencadeou uma grande polêmica no ano passado quando foi ao Malauí para adotar um menino de 1 ano de idade, David Banda. Ela foi acusada por grupos de adoção de usar seu status de celebridade para passar por cima das leis que regem a adoção de crianças do Malauí por estrangeiros.
A notícia, esta semana, de que Madonna vai voltar ao Malauí motivou especulações na mídia de que ela estaria pensando em adotar outra criança, mas os boatos foram desmentidos rapidamente.
A porta-voz da cantora, Liz Rosenberg, disse à Reuters por e-mail na quinta-feira: "Ela está retornando para levar adiante seu trabalho com a organização Raising Malawi e para supervisionar a construção de um centro de saúde para crianças no país."
"Não há planos para outra adoção."
Madonna está no meio do processo legal de adoção do menino malauiano que estava vivendo num orfanato, após a morte de sua mãe. O pai dele, Yohane Banda, está vivo mas se disse a favor do processo de adoção.
Rosenberg disse que não sabe se o garoto vai acompanhar Madonna ao Malauí para reencontrar seu pai.
A agente publicitária de Madonna em Londres, Barbara Charone, disse que a cantora se encontra na Inglaterra no momento e pretende ir ao Malauí, mas falou que não sabia quando se dará a viagem.
Além de seu filho adotivo, Madonna tem uma filha de 10 anos, Lourdes, e um filho de 6, Rocco. Ela é casada com o cineasta britânico Guy Ritchie.
Madonna disse que ela e Ritchie não haviam previsto as dificuldades ou a controvérsia que enfrentaram em função da adoção, iniciada no ano passado.

quarta-feira, 11 de abril de 2007

80 mil crianças estão em abrigos

Vejam o que foi ao ar no site da RADIOBRAS no dia 7 de abril:

"No Brasil, 80 mil crianças vivem em abrigos e dessas, 70 mil foram deixadas pelos próprios pais. Mudar o destino dessas crianças é o objetivo da Campanha de Adoção, lançada pela Associação dos Magistrados Brasileiros"

clique no link abaixo para ver a matéria, tenha paciência pois demora para carregar:

http://www.agenciabrasil.gov.br/media/videos/2007/03/15/Adoo_Editado.flv/view

terça-feira, 10 de abril de 2007

"I have found the best way to give advice to your children, find out what they want and then advise them to do it" *

* Eu encontrei a melhor maneira de dar conselhos a seus filhos, descubram o que eles querem, então os aconselhem a fazer isto"
frase do ex-presidente americano Harry Truman (1884 - 1972)

sexta-feira, 6 de abril de 2007

próxima reunião do PROJETO ACOLHER já está marcada!

Dia 14 de abril acontece a próxima reunião do PROJETO ACOLHER e o tema da reunião será "REVELAÇÃO". Qual é a melhor hora para contar para uma criança que ela é adotiva? Como contar? Qual será a reação da criança? Sra que é melhor não contar?
Na reunião pais e mães que já tem filhos adotivos vão contar suas estórias de revelação, dividindo sua experiência e conversando sobre as dúvidas que sempre surgem neste momento. Abaixo o convite da reunião, se tiver dúvidas escreva para projetoacolher@terra.com.br

quinta-feira, 5 de abril de 2007

o valor jurídico do afeto

O site jurídico MIGALHAS publicou hoje, dia 5 de abril, um interessante texto relacionado á adoção.
No texto o Prof. Dr. José Fernando Simão, que também é membro do Instituto Brasileiro do Direito da Familia, toma como ponto de partida a novela Páginas da Vida, que discutiu em seus momentos finais a questão da adoção e guarda das crianças Clara e Francisco, que tinham sido abandonadas pelo pai ainda na barriga da mãe, mas que este, 5 anos após, reinvidicava a guarda sobre as crianças.
O mais interessante no texto do Professor José Simão é a maneira como ele aborda o peso que a questão afetiva tem tido sobre as decisões da justiça, especialmente em casos que envolvem crianças. Para ler o texto completo clique em :

*esta dica de leitura foi enviada pela Marta Voltas, voluntária do PROJETO ACOLHER e mãe da Liz

segunda-feira, 2 de abril de 2007

Grupo Virtual com força total

O Grupo de discussão mantido pelo PROJETO ACOLHER na internet está com força total, no mês de março foram mais de 290 mensagens trocadas.
A ideia do Grupo Virtual é muito parecida com a idéia do PROJETO ACOLHER, possibilitar a conversa entre pais que estão á espera da adoção e outros que já tem seus filhos por adoção. Com a diferença que pode integrar pessoas de vários estados do país.
Nosso principal objetivo é construirmos um espaço onde todos possam se manifestar livremente. No grupo podemos abordar todos os temas de interesse tais como: aspectos legais da adoção, ansiedade, prazo para a chegada do filho, adoção de crianças maiores, de grupos de irmãos, de crianças de etnia diferente dos pais, de crianças com necessidades especiais, adoção por solteiros, como e quando falar com o filho sobre a adoção... e muitos outros...Pretendemos contribuir para que a adoção, cada vez mais, seja vista como uma forma de filiação legítima.
Para tanto, todos os envolvidos tem que lutar para que preconceitos e mitos sejam desfeitos.
Para acessar e fazer parte do Grupo Virtual clique aqui: http://br.groups.yahoo.com/group/acolher/

domingo, 1 de abril de 2007

Angelina Jolie adota 4o. filho

(publicado na FOLHAonLINE)
"A atriz Angelina Jolie, 31, iniciou o processo de adoção de uma menina taiwanesa de quatro anos chamada Hsiao Kai-wan, afirmou hoje o jornal "Taipei Times".
A menina deve se tornar o quinto filho da atriz, que há pouco tempo adotou o vietnamita Pax Thien Jolie, de três anos e meio. Angelina deu início aos trâmites legais para a adoção de Hsiao Kai-wan no final do janeiro em Hualien, no leste de Taiwan, por meio da agência americana April's Premier Adoption.

O filho mais velho da atriz, Maddox, é uma criança cambojana de cinco anos que foi adotada em 2002, irmão de Zahara, uma menina etíope de dois anos, e de Shiloh, nove meses, filha biológica de Angelina com Brad Pitt."