sábado, 31 de março de 2007

voluntários organizam próxima reunião

Neste sábado realizou-se mais uma reunião dos voluntários do PROJETO ACOLHER para organizar as próximas reuniões, definir temas, e planejar os rumos do Grupo.
Desde 1999, quando o PROJETO ACOLHER foi fundado, este foi um dos pilares mais significativos no desenvolvimento do trabalho, fundamentado no trabalho em equipe, nas resoluções coletivas. Estas reuniões são feitas periodicamente, normalmente na casa de algum dos voluntários.
Muita coisa temque ser planejada, organizar uma escala dos que estarão presentes ás reuniões, os temas, os eventuais convidados e palestrantes, até mesmo definir quem vai fazer o café e quem vai tomar conta das crianças na hora da reunião.
Se você tem vontade de fazer parte do grupo de voluntários, de ajudar, de arregaçar as mangas por esta idéia, venha e junte-se a nós, as reuniões de vontários são abertas a todos que queiram participar!

quarta-feira, 28 de março de 2007

Revista UMA fala sobre adoção.

Esta matéria é antiga, foi publicada em novembro de 2004, mas vale a pena pois fala sobre adoção, inclusive trazendo o depoimento de Cecília Zelia, que na época era a presidente do PROJETO ACOLHER
Entre em: http://revistauma.uol.com.br/edicoes/50/artigo4375-1.asp para ler as 2 páginas da matéria.

E se você tiver links de outras matérias sobre adoção, mande para a gente que publicamos a dica em nosso site!

domingo, 25 de março de 2007

site AJUDA BRASIL

A AJUDA BRASIL é uma associação da sociedade civil que tem como objetivo unir as principais entidades que fazem algo por um Brasil melhor e as pessoas que querem ajudar, tendo como principal foco de ligação a Internet. De seu copro de conselheiros fazem parte nomes de peso e credibilidade como Jose Roberto Marinho e Luciano Huck.
No site que eles mantem é possível encontrar algumas informações sobre o processo de adoção, inclusive o endereço dos diversos foruns de todo o Brasil. Se tiver interesse acesse: http://www.ajudabrasil.org/6.401.html

terça-feira, 20 de março de 2007

Pais por opção

Esta matéria é antiga, mas vale a pena divulgar.
A Revista QUEM de 10 de agosto de 2006 publicou uma emocionante reportagem sobre alguns "famosos" que se tornaram pais por meio da adoção. São citados o ator Marcelo Antony, o jogador Roberto Carlos e o cantor Zeca Pagodinho, entre outros.
Se quiser ler a reportagem clique em:
http://revistaquem.globo.com/Quem/0,6993,EQG1246910-2157,00.html , e não deixe de ler as 4 páginas da matéria, inclusive a entrevista com o ator Caio Blat.

sexta-feira, 16 de março de 2007

1a. reunião de 2007

No último sábado, dia 10 de março, o PROJETO ACOLHER realizou sua primeira reunião de 2007.
O tema da reunião, que contou com a presença de diversos pais e mães adotivos, além das pessoas que estão no processo de adoção, foi o da ESPERA. Este tema é muito siginificativo, pois no processo de adoção existem muitas ESPERAS envolvidas.
A espera pela primeira reunião no Forum, a espera pela aprovação pelo juiz e consequente habilitação dos pretendentes á adoção, á espera pela chegada do filho. Esperas que geram ansiedade, decepção, angustia, desânimo e muita preocupação ás vezes. Esperas que tornam os dias e semanas longos.
As pessoas puderam falar sobre este momento que estão vivendo, e ouvir um pouco da história de pessoas que já passaram por isto. Situações muito ricas, onde muito se ensina e muito se aprende.
Esperamos você em nossa próxima reunião!

domingo, 4 de março de 2007

Novo texto legal prevê mais facilidade para adoção estrangeira

matéria de Roseli Ribeiro no site Ulima Instancia em 4 de março de 2007

"Pronto para ser votado no plenário da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 6.222/05 muda o texto do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e facilita a adoção de crianças por casais estrangeiros. Criticado por especialistas ouvidos por Última Instância, pela redação esdrúxula e por outras inovações, o projeto também é alvo de críticas do juiz Reinaldo Cintra Torres de Carvalho, de São Paulo, ao abordar a adoção por casal estrangeiros.
Ele teme, inclusive, a criação de “um comércio de crianças”.O que mais preocupa o juiz quando faz esse alerta é o artigo 38 AG, combinado com o inciso III, que está no capítulo da adoção estrangeira no projeto. Na opinião do magistrado, pela forma como está colocado o artigo, o processo de adoção estrangeira somente poderá ter início, após o consentimento dos pais.
Intuito personaeDe acordo com o juiz, o projeto inova a adoção internacional ao permitir a modalidade de adoção que ocorre em consideração à pessoa (intuitu personae). Trata-se de uma adoção que seria excepcional, ou seja, a mãe escolhe a família que vai adotar o filho dela. Para o magistrado, nas adoções intuito personae, há a possibilidade de direcionamento da futura família. “A mãe não quer que seu filho seja adotado por um estranho e, por exemplo, indica uma madrinha para adotar a criança, porque já a conhece. Há laços afetivos, uma relação já definida”, explica o juiz Reinaldo Cintra. “Tenho muito medo de que isso se torne uma válvula de escape, para a compra de crianças recém-nascidas, ou mesmo aquelas que estejam no ventre das mães. Alguém de fora coopta essa mãe dizendo que ela quer dar o filho dela para um casal que mora em outro país”, afirma. “É claro que a Justiça tentará impedir essas ações, mas em tese podem ocorrer. Isso poderia até criar um comércio de crianças, pois os juízes e promotores não têm acesso ao que eventualmente é combinado entre particulares. Essas atitudes ilegais seriam muito bem arquitetadas e difíceis de serem dectadas.” O magistrado argumenta de que forma é possível imaginar que uma famíla carente, morando em local inapropriado, com uma série de dificuldades, possa conhecer uma famíla da Alemanha, nos Estados Unidos ou Japão, e indicar seu filho para ser adotado por essa família. A brecha jurídica está justamente o artigo 38 AG, inciso III, do projeto.
Equívocos O juiz cita outro ponto que classifica como “equívoco” do projeto quando trata da adoção internacional: o artigo 38 AF, que dispõe que a “adoção internacional em hipótese alguma poderá ser feita sem que os adotantes sejam ouvidos pela autoridade judiciária brasileira e pela Autoridade Central Federal do Brasil e aqui cumpram o Estágio de Convivência que for determinado, que não será menor que 30 (trinta) dias”.
Segundo o juiz, não há clareza quanto aos objetivos do trecho. “Não entendi a intenção deste artigo. O casal vem a São Paulo adotar uma criança, depois tem que ir a Brasília, para ser ouvido pela Autoridade Central Federal do Brasil, a qual, inclusive não pode interferir na adoção em momento algum. Esse deve ter sido outro erro. Pois não tem lógica alguma”, critica.
De acordo com o magistrado, pela Convenção Internacional de Haia, dentro da organização de adoção internacional foi estipulado que cada país que fosse signatário da convenção teria um organismo federal que organizasse e controlasse a adoção. E cada Estado teria uma autoridade estadual que regesse a adoção.
Em São Paulo, o órgão que cumpre essa função é a Cejai (Comissão Estadual Judicidiária de Adoção Internacional). A Autoridade Central Federal em Brasília organiza os contatos com os países estrangeiros e habilita as entidades internacionais que querem trabalhar no Brasil. Cabe ao órgão levantar informações para saber se uma entidade estrangeira de adoção, que pretende se habilitar para funcionar no Brasil, é idônea e pode receber autorização.
O processo passa inclusive por verificação na Interpol e resulta na habilitação em Brasília. Após concedida a autorização, a entidade estrangeira terá que se habilitar em cada Estado que tiver interesse em atuar."